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22/01/2013
Cheiro de sangue
 
22/1/2013 10:28:01


Eucaristia - Cheiro de sangue
Apresento a seguir alguns milagres Eucarísticos, para que sempre tenhamos presente a importância que a Eucaristia deve ter em nossa vida. Gostaria que lessem até o fim, no comentário, para entenderem o sentido do título que dei: cheiro de sangue!



O milagre eucarístico de Siena - http://oracoesemilagresmedievais.blogspot.com.br
Na Basílica de São Francisco, em Siena, Itália, 223 hóstias conservam-se intactas há mais de 276 anos. A tal respeito, opinou o cientista Enrico Medi: “Esta intervenção direta de Deus é o milagre (...), realizado e mantido enquanto tal milagrosamente durante séculos, para testemunhar a realidade permanente de Cristo no Sacramento Eucarístico”.


O milagre aconteceu no dia 14 de agosto de 1730. A mais antiga memória escrita do evento foi redigida no mesmo ano e assinada por certo Macchi. Nesse mesmo dia, ladrões se infiltraram na basílica e roubaram o cibório, que continha 351 partículas consagradas. Três dias depois, ou seja, em 17 de agosto, todas as 351 partículas apareceram no cofre de esmolas do santuário de Santa Maria de Provenzano, onde haviam sido jogadas. Elas, porém ficaram misturadas com o pó acumulado no fundo do cofre. O povo acorreu para comemorar a recuperação das santas hóstias, que foram levadas de volta em procissão à Basílica de São Francisco.


Transcorreram os anos e não se percebia sinal algum das alterações que naturalmente deveriam ocorrer. Em 14 de abril de 1780, o Superior Geral da Ordem Franciscana, Frei Carlo Vipera, consumiu uma das hóstias e comprovou que estava fresca e incorrupta. Como algumas delas haviam sido distribuídas em anos anteriores, o Superior ordenou então que as 230 restantes fossem guardadas num novo cibório e não fossem mais distribuídas.


Visando deitar luz no fenômeno inexplicável, em 1789 o arcebispo de Siena, D. Tibério Borghese, guardou algumas hóstias não consagradas numa caixa em condições análogas às das hóstias consagradas. Após dez anos, uma comissão de cientistas escolhidos especialmente para estudar o caso abriu a caixa e só encontrou vermes e fragmentos putrefatos.Enquanto isso, as hóstias consagradas se conservavam como podem ser vistas até hoje, contrariando todas as leis físicas e biológicas. Em 1850 foi feito um teste similar com os mesmos resultados.


Em diversas ocasiões, as hóstias foram analisadas por pessoas de confiança ou ilustres pelo seu saber e as conclusões sempre eram as mesmas: “As sagradas partículas ainda estão frescas, intactas, fisicamente incorruptas, quimicamente puras e não apresentam nenhum início de corrupção”. A mais importante verificação aconteceu em 1914, quando o Papa São Pio X autorizou um exame no qual participaram numerosos professores de bromatologia, higiene, química e farmacêutica.


Os cientistas concluíram que as hóstias foram preparadas sem nenhuma precaução científica e que haviam sido guardadas em condições comuns, fatores que deveriam tê-las levado a se deteriorarem naturalmente. Porém, elas estavam em tão bom estado que podiam ser consumidas 184 anos depois do milagre. Siro Grimaldi, professor na Universidade de Siena e diretor do Laboratório Químico Municipal, foi o principal cientista da comissão de 1914.


Ele escreveu um livro com detalhes preciosos sobre o milagre, intitulado Uno Scienziato Adora. Em 1914 declarou que “a farinha em grão é o melhor terreno de cultura de microrganismos, parasitas animais e vegetais, e fermentação láctica. As partículas de Siena estão em perfeito estado de conservação, contra as leis físicas e químicas, não obstante as condições de tudo desfavoráveis em que foram encontradas e conservadas. Um fenômeno absolutamente anormal: as leis da natureza foram invertidas. O vidro em que foram encontradas possui mofo, enquanto a farinha se revelou mais refratária do que o cristal”.


Em 1922 foram realizadas novas análises, por ocasião da transferência das hóstias para um cilindro de cristal de roca puro, na presença no Cardeal Giovanni Tacci e do Arcebispo de Siena, de Montepulciano, de Foligno e de Grosseto. Os resultados foram os mesmos. Ainda houve novas análises em 1950 e 1951. Em 5 de agosto de 1951, cinco dias antes da festa do milagre, o tabernáculo foi alvo de um novo atentado, desta vez com um objetivo bem definido: acabar com as hóstias conservadas de modo sobrenatural.


Os profanadores subtraíram o relicário de ouro e espalharam as partículas do milagre pelo chão da capela. Porém, o dano foi nulo, e menos de um ano depois foram expostas novamente num novo relicário especial, onde hoje podem ser adoradas. Durante uma visita pastoral efetuada à cidade de Siena, em 14 de setembro de 1980, assim se manifestou João Paulo II diante das prodigiosas hóstias: “É a Presença!”


As milagrosas partículas permanecem na capela Piccolomini durante os meses de verão, e na capela Martinozzi nos meses de inverno. Os cidadãos de Siena realizam numerosos atos em louvor das Santas Hóstias. Entre elas, a homenagem das Contradas, o obséquio oferecido pelas crianças que fazem a Primeira Comunhão, a solene procissão na festa de Corpus Christi, o septenário eucarístico de fim de setembro e a adoração eucarística no dia 17 de cada mês, em lembrança da recuperação acontecida em 17 de agosto de 1730.



 


O milagre eucarístico de Avignon


A confraria dos Pénitents gris de Avignon teve por fundador Luís VIII, pai de São Luís IX. Ela tem a sua sede na capela da Santa Cruz, chamada dos Pénitents gris. O Santíssimo Sacramento está aí exposto noite e dia, desde 14 de setembro de 1226.


A cidade de Avignon está situada a algumas centenas de metros da confluência dos rios Rhône e Durance, e é atravessada por um de seus afluentes, o Sorgue.


Em 1433, chuvas torrenciais fizeram transbordar os três rios, que inundaram as partes baixas da cidade. A água entrou na capela dos Pénitents gris, que fica às margens do Sorgue.


A inundação tomou tais proporções durante a noite, que na manhã seguinte os superiores da Ordem, temendo que a água atingisse o trono onde estava exposto o Santíssimo Sacramento, tomaram uma canoa e foram até a capela.


Qual não foi a sua surpresa quando, depois de aberta a porta, constataram que as águas, à semelhança do Mar Vermelho e do Jordão, se mantinham à direita e à esquerda, elevadas como grandes paredes, deixando absolutamente livre e seca a passagem que conduzia ao altar.


O prodígio lhes pareceu ainda maior quando, chegados ao altar, que fica ao nível do piso da capela, sem degraus, viram em volta tudo igualmente seco. As águas se levantavam ao longo das paredes como verdadeiras tapeçarias, formando arcobotantes no alto, como uma espécie de teto. Assim diz o antigo relato conservado nos arquivos da confraria.


Os dois frades, depois de terem adorado o Autor desse prodígio, se apressaram em comunicá-lo aos outros confrades. Vieram doze, e todos juntos foram chamar quatro frades menores da Ordem de São Francisco, dos quais três eram doutores em Teologia. A água se mantinha no meio do banco que fica ao longo do adro da capela, de maneira a deixar uma parte inteiramente seca. Para comemorar o milagre, celebra-se todos os anos com solenidade a festa no dia 30 de novembro, dia de Santo André.


Pela manhã, todos os membros da confraria vão à comunhão percorrendo de joelhos até a mesa da comunhão o caminho sagrado preservado milagrosamente pelas águas.


Na véspera o pregador relembra o milagre, e o cântico "Cantemus Domino", que foi entoado por Moisés depois da passagem do Mar Vermelho, precede a adoração e a bênção do Santíssimo Sacramento.



 


O milagre eucarístico de Santarém


Corria o ano de 1247, segundo uns cronistas, ou o de 1266, segundo outros.
Em Santarém, hoje cidade e então vila de Portugal, vivia uma pobre mulher a quem o marido muito ofendia, andando desencaminhado com outra. Cansada de sofrer, foi pedir a uma bruxa judia que, com os seus feitiços, desse fim à sua triste sorte.


Prometeu-lhe este remédio eficaz, para o que necessitava de uma Hóstia Consagrada. Depois de naturais hesitações, a mulher consentiu no sacrilégio.
Foi à Igreja de Santo Estêvão, confessou-se e pediu comunhão.


Recebida a sagrada partícula, com cautela tirou-a da boca, embrulhando-a no véu. Saiu logo da igreja e encaminhou-se para a casa da feiticeira.


Sem que ela notasse, do véu começou a escorrer Sangue. Visto o fenômeno por várias pessoas, perguntaram que ferimentos tinha, que tanto sangue fazia jorrar.
Confusa em extremo, a mulher correu logo para casa e encerrou a Hóstia miraculosa numa de suas arcas.


À tarde voltou o marido. Alta noite, acordam os dois e veem a casa toda resplandecente. Da arca saíam misteriosos raios de luz.


Inteirado o homem do ato pecaminoso da mulher, passaram de joelhos o resto da noite, em adoração. Mal rompeu o dia, foi o pároco informado do prodígio sobrenatural. Espalhada a notícia, meia Santarém acorreu pressurosa a contemplar o milagre.


A Sagrada Partícula foi então levada processionalmente para a Igreja de Santo Estêvão, onde ficou conservada dentro duma custódia feita de cera.


Passado algum tempo, ao abrir-se o sacrário para expô-la à adoração dos fiéis, como era costume, encontrou-se a cera feita em pedaços.


Com espanto se viu estar a Sagrada Partícula encerrada numa âmbula de cristal, miraculosamente aparecida. Esta pequena âmbula foi colocada numa custódia de prata dourada, onde ainda hoje se encontra. Santo Estêvão é hoje a Igreja do Santíssimo Milagre.


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Obs> Coloco estes milagres eucarísticos - só na Europa deve ter acontecido uma centena deles - principalmente tendo em vista a conservação miraculosa das Sagradas Espécies. Tenho recebido aqui muitos casos em que os sacerdotes insistem em substituir as "hóstias velhas" por outras novas, "porque aquelas já estão estragadas". Que tristeza!


Num mensagem Jesus disse a este respeito: EU NÃO ESTRAGO! E de fato, se cremos que Jesus mesmo está presente, melhor ainda, sabendo com certeza de que JESUS é a EUCARISTIA, como poderemos achar que Ele estraga? A Igreja já fez diversos testes colocando em condições idênticas a Eucaristia e as partículas não consagradas, e se verá que as primeiras não estragam, enquanto as últimas em pouco tempo viram farelo, como seria natural. Sinal claro de que a Eucaristia É JESUS.


Numa das cidades o sacerdote manda que as partículas partidas, e os farelos sejam colocados num saco, e quando tem "bastante", manda ao ministro: bota isso fora! Imaginem a tristeza do céu.


Vou dar um exemplo, bem fácil de entender, mas que é chocante e aconteceu no último cenáculo dia 19 passado. Temos lá o pequeno Artur, filho da Marilene, que tem demonstrado dons excepcionais. Durante a Santa Missa, depois da Consagração, ele chegou para a ela e disse: presta a atenção mãe, presta bem a atenção! Antes tinha cheiro de vinho, agora tem cheiro de sangue!


Alguém ainda duvida? (Aarão)



 





 



 
 
 

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