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06/01/2006
Mais baralho
 
Cartas - 12 Mais baralho
Cartas - 12 Mais baralho

A todos a Paz de Jesus:

Lendo recentemente sobre o artigo "Baralho Maldito!", lembrei-me de uma experiência pessoal que poderá ajudar no discernimento dos seus leitores.
Na minha casa, nos finais de semana, era, e ainda é costume de meus cunhados, irmãs e primos virem em casa para jogar baralho, principalmente truco.
Percebia que quando eu era chamado para jogar eu ficava muito nervoso, com as mãos suando. Isso de dava porque o no jogo você deve mentir, ludibriar, enganar as pessoas, você deve ser ousado e até cínico, caso quisesse ganhar.
Eu ficava nervoso justamente por isso, uma vez que na minha vida pessoal não sou assim. Nunca gostei de mentiras e essa ousadia perniciosa que devemos ter nas cartas.
Também notava que quando terminava o jogo e eu perdia, ficava triste, magoado e vontade de me vingar na próxima jogatina, da outra semana. Veja que uma pessoa como eu ficava com aquele sentimento de vingança.
Lembro minha irmã debochando quando eu perdia, e isso causava um ódio profundo em relação a ela. Ainda mais quando eu via as pessoas roubando no jogo. Sentia vontade de agredir.
Mas eu vi o que o baralho podia fazer de mal quando. Certo fim de ano, toda minha família foi à praia, para descansar e curtir os festejos.
Estávamos sentados numa grande mesa da sala, da casa onde estávamos hospedados e havia dois grupos fazendo duas partidas diferentes de baralho. Eu esta em um deles e jogava com o meu primo de parceiro e contra a esposa deste e minha irmã.
Meu primo e sua esposa estavam de um lado da mesa e eu mais minha irmã do outro. Não sei por que, mas a mulher do meu primo começou a pensar que eu estava passando sinal para o meu primo, e tirando vantagem disso, e começou a se irritar comigo e principalmente com o seu marido, até que uma ora ela, não agüentando sua desconfiança, falou um palavrão na mesa (que não ouso dizer aqui).
No mesmo instante meu primo, sem mais nem menos, deu um tapa nela. Agrediu ela.! Tudo apenas por causa do jogo e do baralho. Até então esse casal sempre se respeitou e sempre foram tranqüilos.
Nossos jogos, nesses dias de férias, sempre foram alegres e divertidos. Conversávamos muito e nos distraíamos de noite nesse "inocente" passa tempo.
Aconteceu que, naquele dia, após a agressão verbal e corporal, a mulher do meu primo ficou muito magoada e se trancou no quarto, meu primo ficou muito triste com o ocorrido e todos nós ficamos naquele clima horrível.
Embora eu já estivesse na caminhada do Senhor a algum tempo, só naquele dia vi o que um "ingênuo" jogo de baralho pode fazer: quase acabou com nossas férias. E tudo aconteceu ali, bem aos meus olhos.
Agradeço muito a Deus, por ter me dado essa visão e discernimento. Isso faz um ano, e desde lá ainda joguei baralho duas vezes, e nessas duas vezes quase briguei com o meu pai, sem mais nem menos.
Aí tive a certeza de que o jogo de baralho não é coisa de Deus  e abandonei de jogar.
E meu discernimento veio ser confirmado quando li o texto "Maldito Baralho!"
Eu tenho um jogo de cartas em casa ainda, mas vou agora mesmo destruir esse objeto do mal. Se não tivermos em casa esses tipos de objetos que serve ao inimigo, este não entraria tão facilmente em nossos lares.

Abraços e fiquem com Deus.
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