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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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13/12/2005
Maldito baralho!
 
Cartas - 11 Maldito baralho!
Cartas - 11 Maldito baralho!

MALDITO BARALHO
 
     Ontem troquei algumas cartas com um leitor, e o motivo foi o jogo de baralho. Truco! A carta se deu devido ao artigo Cura e Libertação, devido a tantas contaminações que acontecem nas casas, nas famílias, com prejuízos enormes para todos. Na primeira resposta, fui mais sucinto, entretanto como houve uma réplica – bem intencionada é claro – resolvi então ser mais conciso, mais preciso e mais direto. Eis a primeira carta dele:
 
Olá Arnaldo, tudo bem? Estive lendo seu artigo agora sobre Cura e Libertação. Muito bom e esclarecedor.... Porém ficou uma dúvida. Sou da igreja, sigo a religião e tudo o mais, porém aos fins de semana brincamos em casa (com o próprio pessoal da Liturgia) de baralho. A gente joga truco, mas sem apostar dinheiro, sem bebedeira e sem aquela gritaria, apenas pra descontrair um pouco (pois às vezes é necessário esfriar a cabeça  e também porque na TV não há nada que preste). Fazíamos isso ingenuamente achando que estávamos fazendo nada de errado (inclusive até um padre jogava com a gente) antes de ir pra outra paróquia... Ë errado jogar mesmo nestas circunstâncias? Outra, coisa, sou meio "torto" e necessito melhorar minha postura. O médico me receitou RPG. Não devo fazer então?
 
Minha resposta: Veja... Dona Palmira, aquela da Ponte da Salvação e Hilda do livro, tinha como maior desgraça em sua vida o baralho. Eu, há tempos atrás, era ligado em canastra, embora nunca tivesse jogado a dinheiro.. Felizmente me livrei disso e hoje odeio baralho, nem de brincadeira, nenhum jogo, isso é praga de argentino, foi lá que surgiram estas cartas.
 
Quanto à ginástica e correção de postura, digamos a fisioterapia - não mencionei isso lá - ela deve ser feita se recomendada pelo médico. O que é praga são estas alternativas, as “medicinas” que pretendem curar sem Deus, e até médico que tenta fazer isso também não presta. Tentar tirar Deus diante da cura, eis o mal. Que Deus te abençoe!
 
A réplica dele: Paz! Certo, entendi o lance do RPG (inclusive foi um fisioterapeuta que me recomendou), mas vou tentar resolver de forma alternativa praticando a natação ok? Em relação ao baralho, gostaria que me entendesse que não estou querendo discutir não ok? Só estou buscando explicações pois você é sempre atencioso e não consigo achar respostas para minhas perguntas em outros lugares.
 
Pois bem, gostaria de saber onde está o mal em se jogar baralho brincando apenas?? Não seria uma diversão assim como o futebol ou outro esporte? É que gostaria de deixar claro que JAMAIS colocamos os jogos de baralho no lugar de Deus ou seja, jamais atrasamos a um ensaio dos cantos da liturgia e nem a outro compromisso de igreja por causa do truco. Nunca deixei de rezar meu terço ou minhas orações por causa deste jogo. Eu apenas brinco nos fins de semana algumas poucas horas (2 ou 3), e neste caso achei que não estivesse fazendo mal algum.... Assim é errado também? Obrigado! Fique com Deus!
 
Minha réplica: Paz! Meu caro, te respondo com carinho e sei que você irá entender. Não fique chateado, é para seu bem! Vou ser bem completo e lhe peço que depois me autorize a colocar esta carta no site, que ele serve para muitos, pode ser? Claro, tiro seu nome!

Vamos primeiro a questão de ser ou não pecado? Que é o pecado? Pecado é uma ofensa à pureza infinita de Deus! Grave, ou leve, Deus é quem determina a gravidade da falta, porque somente Ele conhece nosso coração. Pecado é uma falta de amor, de caridade, e vou mostrar a você, que seu caso tem sim, isto. Vou antes lhe dar antes um exemplo, de como é fácil pecar.

Conta um vidente famosa, que certa vez foi à Missa, e quando lá chegou Nossa Senhora disse para ela se confessar. Que assim como estava, não era possível ela comungar, pois estava em pecado.
Como?, perguntou ela, eu me confessei ontem, disse a mulher...
E Nossa Senhora lhe disse então, mais ou m
enos assim: Veja, apenas do caminho de sua casa, até aqui, você cometeu três pecados: - Você veio às pressas, porque saiu atrasada de casa, quando sabe que deveria estar pelo menos 15 minutos antes, para ficar em adoração. Isso é um grande desrespeito a Jesus! - Na pressa, você viu que uma senhora idosa precisava atravessar a rua, mas não a ajudou... para chegar em tempo. Falta de caridade cristã. Falta de amor! - Você viu uma moça, de roupas indecentes na rua, e a julgou em seu coração. Julgar é pecado. Não julgueis, para não serdes julgados

Viu como é? Parece inofensivo, mas pecadinhos, pecadões, importa o coração. E como é fácil cair! A pessoa não faz nem a mínima idéia de que está errando, até porque tudo está banalizado, chegando a uma torpeza sem limites. Mas quanto maior for a consciência da pessoa, mais elevado o grau do pecado.

Vamos ao seu caso: Que é o baralho em si? Algo inofensivo? Ou um caminho de maldição? Uma ocasião de pecado? Sim, maldição e pecado. O próprio instrumento que leva ao pecado, é algo que já desagrada a Deus. E tocar nele, e desejar fazer uso dele, e fazer uso dele é uma falta, porque você dá ouvidos ao tentador. Baralho não vem de Deus e sim do diabo. Tudo o que não vem de Deus, não presta! Não se deve ter em casa. As cartinhas em si, como objetos que são, elas não são um pecado, mas levam, induzem a ele. Portanto, são algo maligno pela ocasião de queda que representam. Se você não tem um baralho em casa, como irá jogar? Entendeu?

Que é o jogo do truco? Um joguinho inocente, de divertimento, de lazer, de passatempo como você diz? Ou um jogo de blefe, de engano, de ludíbrio, de escamoteamento e tática de enganar e lograr o adversário? É ou não é? Gritos altíssimos! Que incomodam e chateiam aos outros, os que não gostam deste jogo. Sim, vocês não gritam, mas... A gente precisa saber que o blefe é mentira, enganar é pecado, mesmo de brincadeira... Leve? Grave? Mas é pecado!

Duas horas de jogo? Belo divertimento! Será um divertimento sadio, santo, inocente? Claro que não! E o diálogo em família, como vai? E o tempo para louvar e admirar a obra de Deus, onde está? De passear com a esposa e filhos, falando sobre coisas bonitas e santas! Que levam ao Céu! Sobre sentimentos em Deus, sobre anseios e necessidades de algo sublime. São duas horas perdidas, que poderiam ser usadas para algo magnífico, espiritual, de grande valia para seu família, e louvável diante de Deus. Que lhe fariam um lazer muitas vezes superior, com certeza!

Uma, outra coisinha: quando você está SE divertindo, tendo o SEU lazer particular, na realidade você está sendo egoísta, porque somente pensa em si. E os outros familiares, como ficam? Filhos, esposa? Difícil de uma esposa gostar, de ver seu marido jogando! Mas quantas devem suportar isso, por anos e anos? Falta de caridade dos maridos!

Mesmo que você não jogue a dinheiro - o que multiplica o efeito perverso do jogo - este simples fato, não quer dizer que não haja aqui uma falta, um pecado. Aliás muitos: jogatina, falta de caridade, blefe, logro, mentira. Faltas sobre faltas! Inocentes mas faltas!

Mais uma coisinha: em qualquer tipo de jogo, ninguém vai para perder, nem gosta de perder. Se alguém gosta de perder não serve para jogar, pois se trata de um néscio. Então acontecem duas coisas: mágoa de quem perde... gozação normal de quem ganha! E vêm aí mais pecados, pois tanto um como outro, são faltas. E aqui, meu caro, sem querer elas podem ser graves. Pecados graves, como a zombaria contra quem perdeu.
 
Devo lhe dizer que uma das faltas que mais ofende a Deus é a zombaria, o escárnio, de qualquer tipo, mesmo o ocasionado por jogo, porque diminui o adversário, aumenta sua mágoa, o que pede levar a zanga, a ira e finalmente à briga. Você faz idéia de quantos milhares de vezes isso acontece?

Meu caro, eu conheci uma cidade no Paraná, onde as famílias eram viciadas em baralho. Os filhos se criavam debaixo das mesas de jogo. Todo fim de semana, numa c
asa diferente, a mulher fazia a comida, os outros jogavam sem parar. Isso começou com um simples joguinho, se alastrou para o vizinho, e no fim toda a cidade se viciara. Foi por Deus que isso aconteceu, ou pelo diabo? Você sabe! Ocasião de queda!

Mais uma coisa: o Vício! Jogatina é um vício! De qualquer tipo! Mesmo a contumácia no jogo de brincadeira, é vício. Você disse que não perde as rezas, as orações, e acredito nisso! Mas já te perguntaste quantas vezes, durante as tuas orações, pensaste no jogo? Numa jogada certa, ou errada, tua ou de teu parceiro. Ou do adversário! No como você deveria ter feito, ou deixado de fazer, para enganar melhor?
 
Quantas vezes – durante as tuas orações – satanás já conseguiu te colocar quase numa mesa de jogo? Ora, se não houvesse o baralho, se não houvesse o truco, o maldito não poderia enfeitiçar tua mente através deste artifício. Pense bem, você que participa da liturgia em sua capela, no quanto seus pensamentos já voaram longe, devido ao jogo.

Sabe porque te falo todas estas coisas? Porque o demônio me tentou levar sim, para o jogo do baralho. E pequei por causa dele, muitos anos atrás. Mas felizmente o Espírito Santo me arrancou à força das mesas de jogo, de tal forma que hoje até tocar em um maço de baralhos me dá arrepios. E nunca mais precisei deste tipo de “lazer” maldito!
 
Este tal jogo de truco, eu nunca aprendi, porque sem dúvida, para mim é um dos piores, e mais pecaminosos. Acredite, ele é maldito! O baralho é um objeto amaldiçoado, que já provocou milhões de intrigas, mágoas, zombarias, gozações, e porque não dizer, roubo, escândalo e assassinatos. Tudo começa com a primeira brincadeira. Num lazer!

Veja alguns lances do meu caso: No dia em que meus primos me ensinaram a jogar canastra, na primeira rodada que joguei sozinho, saí com uma canastra limpa, de mão. Com sete cartas dois! Você já viu isso alguma vez? Coisa do maldito! Nunca mais me aconteceu isso? Por que justo na primeira? Para me tomar, me achar o melhor, o bom!...
 
Duma feita, entrei num cassino – para buscar lá uma pessoa viciada – e joguei pife contra três mestres das cartas - não joguei a dinheiro - eles com todos os seus roubos e truques, e bati seis vezes a fio, e eles nenhuma. Nunca tinham visto coisa igual. Este viciado tinha já perdido quatro casas naquela mesma mesa maldita. E me convidaram a ficar, a jogar para eles. Viu como é? O demo me fazia ganhar, para me ganhar... mas se enganou! Deus é mais forte e me reteve! Não me iludi com a vantagem que satã me dava.

Noutra feita – dou mais um exemplo – justamente naquela cidade de viciados, joguei pife uma tarde, com dois viciados em cartas, gente que jogava dinheiro altíssimo. Mas não aceitei jogar aquele dinheiro alto, de forma alguma. No fim, conseguiram me convencer, e jogamos o valor de uma simples cerveja, a cada partida, mas eles jogavam no mínimo o equivalente a 20 cervejas por batida (50 reais), e repicavam. Um horror!

Quer saber, em quatro horas, sem roubar uma só jogada, sem enganar em nada, ganhei deles uma nota. E lhes fiz a conta, de que se houvéssemos jogado pelo que queriam, teria ganhado todo o salário de um mês, de ambos. Vicio maldito! Com certeza, se eu tivesse jogado alto, teria ganhado dos dois, algo como quatro mil reais, em poucas horas. Horror!
Era o demônio tentando me derrubar, me fazer cair. Me ganhar para ele, o tentador. Parecia inocente, divertimento, lazer... Mas é o primeiro passo para a ruína de muitos. Feliz de quem consegue perceber isto! Deus seja louvado que me libertei do baralho!

Como já lhe disse, Dona Hilda tinha este vício e ele foi a base de sua quase ruína eterna. Tudo por causa do jogo, que teve também um início de brincadeira. Mas depois foi para a jogatina pesada, nas noites inteiras consumidas de sono, na saúde dela que explodiu por causa do cigarro e da bebida - que quase sempre acompanham o jogo - e que fez ela fez por muito tempo. E morreu antes do tempo, por haver estragado sua saúde nas mesas de
jogo. E você viu qual a
primeira pergunta que Jesus lhe fez no seu julgamento, não viu?

Então, por aí você pode ver o quanto o demônio faz uso de coisas inocentes para derrubar as pessoas. E o baralho é dele! Ainda mais, as pessoas como você, ligadas à Igreja, o pessoal da liturgia, inclusive vosso sacerdote. É destes mesmos que ele gosta. É a estes que ele quer derrubar. Não seria melhor usar este tempo, estas duas, três horas, para justamente tratar desta liturgia? Quanto tempo roubado, de um bom diálogo construtivo, e quantas boas soluções poderiam resultar dali, e que assim se perdem?

Bem, como você pode ver, sobre baralho falo de cadeira. O demônio, consegue cegar as pessoas que jogam – falo agora de roubar nas cartas. Há tempos atrás - última história - fui convidado para uma festinha na casa de um amigo, que gosta do jogo, e falam muitas coisas dele a este respeito. Estava lá, até o bispo da Diocese, e nosso padre.
 
E olhando de fora – o padre jogava junto – percebi como eles todos se roubavam no jogo, escondiam cartas... E no fim, quando lembrei que isso era errado, me responderam dizendo que, jogar sem dinheiro, e sem roubar, não tem graça. Sim, um padre jogava junto, e em verdade eram incapazes de perceber que um roubava de outro. Cada um se achava mais ladino, entretanto era também roubado. De fora se via tudo!

Assim, você pode analisar melhor agora, o que significa o jogo, qualquer tipo de jogo de baralho. Mas você é livre para continuar. E lhe proponho uma coisa: imprima esta carta, e quando chegar o próximo dia de jogo de cartas, leia isso aos seus amigos. Faça este teste e veja no que dá. Que Deus te abençoe! Abraços, Arnaldo!
 
     Comentando a situação: Antes de começar o texto, nem mesmo eu me dei conta do quanto o jogo de cartas pode ser pernicioso. De quantos pecados se pode cometer, em algo que parece ser tão inocente, num “lazer”. O maior pecado que se comete no jogo de cartas é com certeza o EGOÍSMO. Ninguém quer que o outro ganhe! O sentido é você ganhar! Em qualquer jogo de cartas é assim. Você esconde as cartas boas, nega as melhores para seus adversários e pensa somente em ganhar, muitas vezes, não importa como, nem que seja gatunando.
 
     Nunca vi, alguém entrar numa mesa de jogo para perder. Se ele fizer isso, bota seu jogo fora, entrega as cartas, e aí enfeza o seu parceiro. E disso vem briga, porque até ter um parceiro menos preparado, já é motivo de enfezamento, de brigas, de palavrões, etc.
 
     Por isso, se você tiver baralho em casa, qualquer jogo de cartas, acredite, você tem um pequeno diabinho – ou um grande demônio – junto de si. Um tentador em potencial! Dê um fora nele, queime, e nunca se arrependerá! Sua esposa, seus filhos, seu marido, os que não gostam de jogo, agradecerão aos céus esta imensa graça.
 
     Aliás, o título deste texto: maldito baralho, é tirado de uma expressão passada ao Cláudio em mensagem, de pessoa que teve sua vida prejudicada pela jogatina de cartas. Ela já está no Céu, mas de lá lança este brado de alerta: maldito baralho! (Aarão)
 
ULTIMA: Eu já estava clicando para colocar a carta no ar, quando chegou a última carta dele e a coloco sem comentários. O leitor entenda. Mas trata-se de uma pessoa de fé, de um bom homem, humilde e disposto à correção. Assim é bom lidar com as pessoas!
 
Olá Arnaldo! A paz!

Certo, entendi sim sua carta. Você tem razão realmente. Por isso mesmo que eu JAMAIS joguei em bares e outros lugares pois sei que quando se joga sério acaba levando a discussões sem se perceber e daí pode levar a brigas como você disse exatamente.


Em relação a tempo com a família, dialogo com filhos e etc...isso nunca faltou por causa do baralho, inclusive porque a gente reza junto sempre e todos fazemos parte da igreja.

Concordo em gênero e número com você em relação a zombaria, escárnio e etc que acaba gerando o jogo de baralho (embora isto não aconteça no nosso caso) porém
fico pensando: será que outros "esportes" também não são assim então?
 
Um aparentemente "inocente" jogo de futebol entre amigos teria o mesmo efeito não é, pois sempre o time ganhador fica zombando do perdedor. E isto vale pra qualquer esporte. Desta forma esse pecado partiria da consciência de cada pessoa, que não sabe apenas jogar por jogar.
 
Eu mesmo gostava de jogar voleibol antes de começar a trabalhar (depois não deu mais tempo). Mas sempre nos jogos de vôlei existia a zombaria por causa de estatura ou de alguma jogada errada. Desta forma vai muito de pessoa pra pessoa, pois a pessoa má (que já tem a maldade enraizada) consegue fazer de toda a ocasião uma maneira para rebaixar o próximo e por aí vai...

De qualquer forma, gostaria de deixar bem claro que entendi COMPLETAMENTE seu ponto de vista pois você está fazendo uma recomendação geral já que a gente não
se conhece, pois – acredito eu – que do jeito que fazemos não seja pecado já que não existe a gritaria do truco, não incomodamos ninguém, não bebemos, não fumamos, não
esticamos as horas jogando e nunca deixamos isto tomar o lugar de Deus. Seria um lazer qualquer como assistir um filme também. (pelo menos esta é a visão que tenho, mas posso estar "cego" por causa de Satanás nesta parte também não é)

Vou rezar para o Espírito Santo me dar discernimento para saber o que fazer neste caso pois é uma das poucas coisas que faço por lazer. Nas outras horas ou estou na igreja ou estou trabalhando.

Que Deus te abençoe! Em tempo: pode publicar a carta sem problemas. Só gostaria que tirasse se possível meu nome. Abraços!
 


 
 
 

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