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14/09/2016
Carta para Bento XVI
A decisão de renunciar, tomada sob coação, invalida tal ato, e invalida o conclave seguinte e não confere poder ao eleito.
 

Carta a Bento XVI - de José Alberto Villasana Munguía. Escritor e analista de cenários políticos, econômicos e religiosos internacionais, também teólogo, conhecido em todo mundo.(Tradução pelo Google)

Fonte > http://redesperanza.es/carta-a-benedicto-xvi-de-jose-alberto-villasana-munguia/

Beatíssimo Papa: Em 17 de dezembro de 2012 os cardeais Herranz, Tomko e de Georgi entregaram o documento com os resultados da investigação que lhes pediste acerca da divulgação de documentos confidenciais conhecidos como “Vatileaks” e a respeito, sobretudo, da ameaça de morte que havia contra vossa pessoa, conforme foi divulgado pelo periódico  “Il Fatto Quotidiano”, fato que já vos fora antes confirmado pelo cardeal Dario Castrilon.

Ao constatar que, efetivamente, altos prelados de dentro do Vaticano, pertencentes às lojas da maçonaria eclesiástica haviam tomado a decisão de vos matar, vós resolveste a renunciar. E poucos dias depois comunicaste esta decisão ao teu irmão Georg Ratzinger, de que abandonarias a Sede de Pedro, pois nunca imaginaste ver esta “face negra da Igreja”. Antes do Natal já havíeis decido renunciar, embora que vós destes a conhecer esta decisão publicamente, apenas em 11 de fevereiro de 2013.

Vós não decidistes agir assim por medo de perder a vida, pois sabemos que desde vossa nomeação como cardeal prometestes estar disposto a dar a vida por Cristo, porém o fizeste para o bem da Igreja, ao considerar que se eles conseguissem vos assassinar, vossa morte poderia ocasionar um terremoto, desatando uma luta infernal de influências e manobras turbas, derivadas dos antagonismos internos da cúria sobre a sucessão. Não por temor da morte e sim devido ao possível dano que isso causaria à Igreja, decidistes então que era melhor sair do caminho, para desmontar as ameaças de antecipar uma sucessão pacífica, devido à vossa morte, se eles o conseguissem.

Em um informe elaborado pelo sacerdote jesuíta Arnaldo Zenteno, publicado em 09 de abril de 2013 em grupobasesfys.blogspot.mx está dito que, quando o recém eleito Francisco foi vos ver em Castel Gandolfo, lhe confiaste isso mesmo: que uma das causas que influíram em vossa renúncia foi a ameaça que recebeste, pois já se podia constatar que eles haviam tomado a decisão de vos assassinar.

Neste sentido, Santo Padre, embora seja certo que, em vossa declaração expressastes o desejo de renunciar “livremente”, a verdade mais pura e cristalina é que foste forçado a isso, pela pressão de um grupo, porque vossa liberdade, segundo a Doutrina Canônica, foi cerceada “na raiz”. Então, ainda que tomastes a decisão de renunciar de acordo com a faculdade que vos concede o Código de Direito Canônico, tomastes esta decisão sob coação de uma violência moral e física, a qual, Beatíssimo Santo Padre, invalidou desde a raiz a vossa decisão, o que acabou por invalidar o ato que vós realizastes.

É preciso reconhecer que, ainda que a Igreja tenha considerado e para sempre, como Lei Sagrada, que a eleição de um Papa é para toda a vida, é certo que o Direito Canônico contemple a possibilidade de uma renúncia, para os casos de gravidade extrema, como o são o exílio, a perseguição ou outra causa grave. Neste sentido a renúncia prevista no Cânon 332 do CDC é como uma porta de saída de emergência e é conveniente que ela exista, tanto assim que esta saída vos ajudou, Beatíssimo Santo Padre, a fugir de uma ameaça direta contra a vossa pessoa e contra a própria Igreja. E a verdade é, Santo Padre, que por este ato estar viciado desde a raiz, devido a esta violência moral, a vossa renúncia foi canonicamente nula, por sua inexistência. Portanto, nunca houve sede vacante e o conclave que se seguiu foi totalmente inválido.

Disso se deduz que, deste conclave, desvirtuado e confuso, por não haver cessado, nem por um instante o vosso Ministério de Vigário de Cristo, surgiu um antipapa, que tomou o nome de Francisco. E ao se afirmar que Bergoglio é um antipapa, não necessariamente se quer dizer que ele seja uma pessoa má ou mal intencionada. Na história da Igreja já houve antes 38 antipapas. Isso quer dizer unicamente que, ele não é o Vigário de Cristo e que, por este fato, não goza do carisma da infalibilidade.

A prova de que Bergoglio não possui o carisma da infalibilidade é que ele tem caído em diversas heresias e faltas graves, contra a Tradição, como quando fez eco à heresia docetista, afirmando que Jesus não se irritava, apenas fingia; quando negou um Dogma de fé, afirmando que a aliança mosaica não foi revogada, contradizendo o Concílio de Florença e o Magistério de diversos papas, também ao postular uma vertente liberacionista e marxista afirmando que desejava uma “igreja pobre para os pobres”, isso quando o Senhor ensinou para todos, pobres e ricos; também quando vetou a Missa de Pio V, que vós Santo Padre, havíeis liberado; também ao lavar os pés de muçulmanos na cerimônia do Lava Pés na Quinta Feira Santa e não a verdadeiros seguidores e Cristo, ou doze sacerdotes como era costume, quebrando uma Tradição que nos foi legada pelo Próprio Cristo que lavou os pés de discípulos. Prova também é o falso diálogo inter-religioso que ele promove, o que ameaça terrivelmente a Igreja e todo o povo de Deus. Isso para não falar nas contínuas transgressões dele, na liturgia e na Tradição, onde ele não mostra nenhum respeito como compete à investidura papal.

Aumenta a cada dia mais o número de bispos e sacerdotes que, embora ainda privadamente, comenta a sobre os desrespeitos de Bergoglio. Até mesmo o Padre Krammer, o grande expert nas aparições de Fátima tem exigido publicamente a renúncia de Francis, porque ele tem sistematicamente ferido a Doutrina da Igreja e aquilo que foi estabelecido pelos santos doutores como São Roberto Belarmino, Santo Afonso Maria de Ligório, Santo Antônio, o Papa Inocêncio, os quais ensinarem que, automaticamente, quando um Papa se mostra um herege  deixa de ser Papa por já não ser nem católico. E quem sequer é membro, jamais poderá ser a cabeça da Igreja. Lembro ainda a profecia de São Francisco de Assis, que previu que um papa seria eleito e usaria o seu nome, mas que seria eleito não canonicamente, e que não seria um verdadeiro Pastor, mas um destruidor da Igreja.

Sabemos, Santo Padre, que até este momento tendes preferido um prudente silêncio ante todos estes atropelos, fortalecendo-vos espiritualmente como Cristo Se fortaleceu, quando se retirou ao deserto para rezar, antes de Sua Paixão e Morte. Porém vós tereis que levantar a voz, no dia em que eles pretenderem adulterar o Sacramento da Eucaristia, tirando dele o caráter de Sacrifício deixando-o apenas como ceia memorial, bem ao estilo protestante, isso para não incomodar os outros credos. Neste dia, que esperamos não esteja distante, não resistireis na vossa indignação e condenareis publicamente a apostasia destes sacrílegos. Lamentavelmente muitos então já terão se afastado da fé.

Neste sentido, beatíssimo Santo Padre, começará a se cumprir a situação predita pelos santos místicos e profetas, que predisseram este doloroso cisma na Igreja, a divisão entre a falsa igreja apóstata e a Igreja fiel. Estas profecias preveem que este cisma será simultâneo a uma repentina invasão da Rússia, sobre a Europa, em coincidência com a Guerra Mundial que foi descrita pelo Profeta Ezequiel, nos capítulos 38 e 39, com invasão, saques, espoliações e destruições. E bilhões de mortos!

Então vós o Papa legítimo, vós Santo Padre, serás traído e perseguido, tendo que fugir de Roma, para vos refugiar em um lugar oculto e distante, enquanto o antipapa estará governando a Igreja, apoiando uma falsa paz, e promovendo uma sacrílega unificação de todas as religiões. Esta falsa paz terá o suporte do governo mundial do anticristo. E esta será também a prova final a ser sofrida pela Igreja fiel.

Neste momento, o antipapa trairá a fé, aceitando uma coalisão de todos os credos, renunciando ele mesmo à sua identidade católica, em favor do anticristo. E vós, Bento XVI, sereis perseguido até o final e morrereis como mártir da Eucaristia, por uma morte cruel, segundo a visão que teve o Papa São Pio X, e como também a irmã Lúcia falou, e que deve constar do terceiro segredo de Fátima.

Disse são Francisco de Assis: “Haverá um papa eleito não canonicamente, que causará um grande cisma”. Ele usará o nome de Francisco, e será um destruidor da Igreja.

Também disse a Beata Ana Catarina Emmerich: “Vi uma forte oposição entre dois papas, e quão funestas serão as consequências pregadas pela falsa igreja. Isso causará o maior cisma que já teve, desde que existe o mundo”. (Nunca houve isso, somente agora se verifica, e não haverá outra situação igual)

Em La Salete a Virgem declarou claramente: “Roma perderá a fé e se converterá na sede do anticristo”. Existem muitas profecias e a previsões de hierarcas da Igreja sobre este assunto.

·Disse o Padre Paul Kramer, “O antipapa e seus colaboradores apóstatas serão, como disse a Irmã Lúcia, partidários do demônio, pois trabalharão para o mal sem ter medo de nada”.

·Também disse o Papa São Pio X: “Eu tive uma visão terrível: não sei se serei eu ou um dos meus sucessores, porém vi um Papa fugindo de Roma, entre os cadáveres de seus irmãos. Ele fugirá escondido, para algum lugar e depois de um breve tempo morrerá de morte cruel”. O nome dele será José (Bento XVI se chama Joseph)

·Juan de Rocapartida:  Ao chegar o fim dos tempos, o Papa e seus cardeais fiéis terão que fugir de Roma, em circunstâncias trágicas, tendo que se esconder em um lugar desconhecido, mas depois o Papa sofrerá morte cruel no exílio.

·Nicolas de Fluh: O Papa com seus cardeais terá que fugir de Roma em situação calamitosa, para um lugar onde serão desconhecidos. Mas o Papa morrerá de morte cruel em seu desterro. Os sofrimentos da Igreja são tão grandes como nunca se viu antes.

·O venerável Bartolomé Holzhauser, fundador das sociedades de clérigos seculares no Século XVIII: Deus permitirá um grande mal contra a Sua Igreja: isso virá súbita e inesperadamente, porque seus clérigos, bispos e sacerdotes estão dormindo. Eles entrarão na Itália, irão devastar Roma, queimando as igrejas e destruindo tudo.

·A revelação recebida pela Madre Elena Aiello, famosa estigmatizada que fora consultada com frequência pelo Papa Pio XII: “A Itália será sacudida por uma grande revolução (…) Rússia se imporá sobre as nações, de maneira especial sobre Itália, e elevará sua bandeira vermelha sobre a cúpula de São Pedro”.

·As palavras de Juan de Vitiguero:  Quando o mundo estiver muito perturbado o Papa irá mudar de residência.

·Elena Leonardi, assistida espiritualmente pelo Padre Pio: O Vaticano será invadido pelos revolucionários comunistas. Eles trairão o papa. A Itália sofrerá uma grande revolta e será purificada por uma grande revolução. A Rússia marchará sobre Roma e o Papa correrá um grande perigo.

·Enzo Alocci: O Papa desaparecerá temporariamente e isso acontecerá quando houver uma grande revolução na Itália.

·A Beata Ana Maria Taigi: A religião será perseguida e os sacerdotes massacrados. O Santo Padre será obrigado a fugir de Roma.

·A mística Maria Steiner: “A santa Igreja será perseguida, Roma estará sem pastor”.

·As revelações em Garabandal: O Papa não poderá permanecer em Roma, será perseguido e terá que se esconder.

·Ao Padre Stefano Gobbi : As forças maçônicas entraram na Igreja de modo dissimulado e oculto e estabeleceram o seu quartel geral no mesmo lugar (Vaticano) onde vive e trabalha o Vigário do meu Filho Jesus. Assim se realiza parte do Terceiro Segredo, que ainda não foi revelado, mas que se torna patente pelo que estais agora vivendo.

·O Papa Paulo VI: A fumaça de satanás entrou na Igreja pelas frestas.

·Segundo São Paulo: O anticristo se manifestará precisamente depois que um papa tenha sido afastado. Então o ímpio se manifestará!  (2 Tes 2, 6-8).

Assim previu o ex-canonista e iluminista excomungado, padre Paulo Roca, que colaborou nesta infiltração maçônica na Igreja: Em sua forma atual, o papado desaparecerá, e uma nova ordem social será implantada a partir de Roma, porém à margem de Roma, sem Roma e apesar de Roma, e contra Roma. E esta nova igreja, mesmo que não conserve e nem deva conservar nada da disciplina escolástica, nem da forma rudimentar da Igreja antiga, receberá, entretanto, a consagração e a jurisdição canônica. A nova Igreja, liderada pelo seu antipapa, apoiará a unificação de todas as religiões e haverá uma falsa paz, cumprindo-se o dito por Jesus Cristo de que então até os eleitos serão enganados

O cardeal Karil Wojtyla  foi muito claro quando declarou no Congresso Eucarístico da Pensilvania – EUA – em 1977: “Agora nos encontramos na maior confrontação histórica que a humanidade já experimentou. Não acredito que a sociedade americana ou a comunidade cristã se deem conta disso completamente. Agora nós enfrentamos a confrontação final entre a Igreja e a anti-igreja, entre o Evangelho e o anti-evangelho, entre Cristo e o anticristo. Este enfrentamento se encontra entre os planos da Divina Providência e está, portanto, dentro dos planos de Deus. E este é um juízo que a Igreja deve assumir e afrontar com valentia”.

Em 1917 foi repetida aos três pastorzinhos em Fátima, Portugal, a mesma revelação tida anos antes pelo Papa São Pio X, com toda precisão: Vimos um bispo, vestido de branco, que nós percebemos ser o Santo Padre, ele fugia de uma cidade em ruínas, com passo vacilante.

A versão de Fátima aponta, assim, que este fato pudesse se tratar de vós beatíssimo Papa, e isso explicaria a frase: Vimos um bispo, vestido de branco, que nós percebemos ser o Santo Padre. Se tivesse sido claro que este era o papa reinante, eles teriam dito de modo inegável. Em vez disso, eles viram um "bispo vestido de branco". Eles nunca poderiam imaginar o tema de vossa "renúncia", porque eles só tinham "um sentimento".

O segundo elemento é, todavia mais preciso e revelador: eles o viram fugindo "trêmulo e vacilante", que pode ser devido à idade avançada que já tendes. E um terceiro elemento também revelando: do mesmo Bispo vestido de branco visto antes de fugir de Roma, quando ele será morto, sim, era o "Santo Padre"...

Depois da fuga do Papa Legítimo, o antipapa estará em Roma liderando a “nova igreja”, apoiando a união apóstata de todas as religiões. Esta é a “abominação desoladora” anunciada desde os tempos antigos pelo profeta Daniel, que será instalada no lugar santo.

As palavras do Cardeal Luigi Ciappi, teólogo pessoal de João Paulo II: O terceiro segredo se refere à perda da fé na Igreja, melhor dizendo à apostasia, que começará pela cúpula da Igreja.

Queremos dizer-te, Padre Santo, que estamos orando continuamente por vós, para que a vossa fé não desfaleça e Deus vos dê as forças necessárias para dar testemunho, e estar disposto a abraçar o martírio por amor a Ele. Sempre recordamos algumas das vossas últimas palavras, estando ainda na Sede de Pedro: Vocês estarão ao meu lado, apesar de que, para o mundo eu permaneço oculto (Discurso ao Clero Romano, 14 de Fevereiro de 2013). Estamos, Beatíssimo Padre, e seguiremos estando ao vosso lado no futuro e que a Providencia vos ampare.

 
 
 

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