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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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04/10/2005
Adúlteras
 
Cartas - 08 Adúlteras
Cartas - 08 Adúlteras

07 Adúlteras.
 
     Hoje recebi uma carta – e hoje recebi belas dezenas delas – sobre um assunto que me chamou a atenção. A carta em si não trás instrução, mas sim uma situação muito comum nos dias de hoje e que gostaria de chamar a atenção: o adultério! Falo em especial do adultério entre as mulheres, notadamente depois que saiu uma “pesquisa” no Rio de Janeiro, onde se constatou que as mulheres já assumiram a liderança neste sentido. Isso é uma desgraça enrome, infinitamente maior do que se pode imaginar.
 
    Quero dizer, o adultério foi por milênios um desgraça quase exclusivamente masculina, até porque infelizmente os homens foram educados – mal educados – para trair. Mas se o adultério é uma falta grave, quando cometido pelo homem – este que resolve conspurcar sua família, sua esposa, seu lar – ele passa dos limites extremos quando atinge a mulher. Então já não se trata apenas de conspurcação simples, mas a mais terrível das desgraças na família, porque foi à mulher que Deus destinou a manutenção da santidade do lar. Quando ela própria trai este mistério, não trai somente ao marido, mas trai a Deus que é Santo. Na realidade o adultério, por parte da mulher, macula o santuário da vida humana, dom precioso do Altíssimo, e atrai a ira de Deus. Sim, Deus é manchado pela nódoa desta falta grave, que desde os primórdios foi condenada por Ele. E com a morte!
 
     Sim, pelo Deus que disse: “Por isso, homem deixará seu pai e sua mãe, e se unirá a sua esposa, e serão eles, uma só carne”. Deus vê ao casal legalmente ligado pela Igreja Católica, como um só diante dele. Quando o casal se trai, quando um trai, em especial quando a mulher trai, quebra o pacto de aliança do casal com Deus, e ao invés de uma união santa introduz na família, no lar, no meio de seus filhos e filhas, o cetro divisor de satã. E faz aliança com ele, o que divide, ele o que desagrega, ele o que destrói os lares. Quando o homem trai sua esposa, expulsa a Deus de seu casamento. Quando a mulher trai seu esposo, trai todo o seu lar, e chama satã para dirigi-lo. Vamos à cartinha, que esta senhora autorizou a colocar no site resguardados os nomes.
 
    Bom dia!!! Conheço seu site ha pouco tempo, mas já me interessei muito... Sou casada há 14 anos, ainda sou jovem e muito envolvida com pessoas e situações de bastante pecado... Gostaria que me escrevesse, se possível, tudo o que sabes sobre mulheres adúlteras. Sei exatamente como deve viver a mulher cristã, mas preciso de reforço para não me deixar cair em tentação... Aguardo notícias suas e se quiser publicar algo à respeito, só lhe peço que omita meu nome e e-mail.

     Espero que tenha tempo para conversar comigo... ouço muitas histórias de minhas amigas que participam de verdadeiras orgias (para não falar outros nomes em respeito ao Senhor) e confesso que em muitas eu até me sinto atraída para essa vida... Mostre-me o destino desse tipo de vida, me conte tudo o que souber... Ore por mim, para que eu não caia  em tentação. Que Deus continue te iluminando e te abençoando! A Paz de Jesus!

 
     Eis a resposta que lhe enviei: Paz  .... que bom ter como leitora outra mulher, mais que isso, uma mulher que busca a conversão. Uma mulher que grita em busca de socorro, para não cair. Sim, há um meio podre no mundo de hoje, onde muitos casais se afundam na lama do pecado, do sexo, da promiscuidade, das traições, das trocas de casais, dos adultérios malsinados, estes que causam tantas desgraças entre as  famílias.
 
     Mas o fato de você não querer cair é uma alavanca poderosa que Deus lhe deu e que ajudará muito. Pior é quando se entregam alegando fraqueza – o que é mentira – ou quando arrumam desculpas - os demônios lhes arranjam desculpas - para permanecerem nesta via de perdição. Quanto às mulheres adulteras, você deve começar lendo no Evangelho de João,
8, 1-11, onde está a história mais exemplar neste sentido, e marque bem a última palavra de Jesus: Nem Eu te condeno: vai e não tornes a pecar!



     Senhora, não é somente o adultério o mal! A questão da perdição do mundo, começa com as modas das mulheres! É por ali que começa o escândalo, pois este exacerbamento do sexo em todo mundo, tem a ver exatamente com a exposição dos corpos das fêmeas - quem se expõe indecorosamente não é a mulher, porque MULHER tem exemplo em Maria - que são treinadas desde menininhas para atrair, para seduzir sexualmente, tanto que o sexo se torna cada vez mais precoce, e temos meninas grávidas com oito e nove anos, o que é uma aberração.
 
     Os homens desta sociedade podre, são atraídos pelas fêmeas que se rebolam, se despem, se produzem artificiosamente e não têm muitas opções: Na verdade as mulheres que assim agem, não lhe dão outra alternativa. O homem não tem escolha, se não pecar é tido por frouxo, e eu mesmo já fui taxado assim. Porque tinha todas as chances, mas lutei e não caí! Mas como foi difícil! E tal era a fúria das mulheres, que quando me separei - hoje sou casado no religioso com anulação do meu primeiro casamento na Igreja, tudo conforme a lei - já na mesma noite eu poderia continuar dormindo com outras, que despudoradamente se ofereciam sem temor. Até, sim, mulheres casadas!

     Tem aquela propaganda das sandálias, onde o ator - não sei o nome - é atendido por uma fêmea libidinosa, com os seios à mostra, e este olha, não para as sandálias, e sim para o seio arfante e provocativo dela. Então a mulher o chama de um palavrão e lhe bate com as sandálias. Mas quem devia levar uma surra é ela – a descarada – não o macho que a desejou.
 
     Nós homens, que queremos nos manter nos caminhos de Deus, sofremos muito com isso, e ainda bem que o Bom Deus releva estas coisas, pronto a perdoar, a acolher, inclusive as lágrimas que brotam de nosso coração. Na verdade, não há como você passar em certas cidades, daqui de SC, com tantas mulheres lindíssimas, sedutoras, metidas naqueles diabólicos jeans colantes, uma das coisas mais terríveis que o já demônio inventou, sem pecar. Senhora, se as mulheres andassem nuas, se andassem pelas ruas apenas de calcinhas, ou de micro saias, provocariam menos escândalo, que usando o jeans colante, malhado, insinuante, provocativo, pecaminoso. Terrível.

     Talvez eu tenha enveredado pelo caminho errado, não atingindo o ponto que você gostaria. Mas vai por aí. E quanto ao seu marido? Você o trai também, ou apenas sente desejo de trair? E ele a trai com outras? Não, não precisa dizer isto para mim, mas se o quiser pode, e inclusive se o fez e quer se converter de verdade, seu depoimento sincero poderá constar das cartas do site, porque elas são caminho de força para muitos, que estão na mesma situação, e querem voltar para Deus.
 
     Muito do mal do mundo, está na mulher fora de casa, longe do marido, e dos filhos. Outra parte está na mulher que fica em casa, mas vive para as amigas, não para o marido e os filhos. Nestes casos, seu caminho para a libidinagem e a perdição é via de mão única, e não há como evitar. A falta do que fazer, o não quererem cumprir com aquela missão estupenda que Deus deu a vocês mulheres, uma missão quase superior ao sacerdócio, de levar seus filhos e seu esposo para o céu. A desgraça está aí!
 
      Deus vos criou mulheres apenas para isto: gerar filhos e filhas para Ele, e entregá-los salvos nas mãos do Mesmo Criador e Pai. Todo o resto que as mulheres fazem, é para o mundo – inclusive o adultério – e para o diabo, que deste mundo é príncipe, já quase rei, já quase deus dos homens.. e das mulheres que não conseguem mais atinar com o pecado. Neste sentido, tenho dois textos, um sobre a moda da mulher, e outro sobre a mulher fora do lar. Ambos estão nos site. Se não conseguir acha-los, me escreva de novo que os envio anexos sim? Que Deus vos aben
çoe! Abraços, Arnaldo! Esta foi a carta!
 
     Naturalmente que não é tudo, pois este é um longo capítulo da aventura humana na face desta terra, que Deus fez tão linda, mas a sujamos com nossas traições, adultérios e rios de pecado contra o sexto mandamento. Em verdade, se esta senhora sente às vezes o desejo de entrar na mesma vida de suas amigas, ele deve entender que aquela frase de Jesus: “nem Eu te condeno”, virá somente depois da Confissão a um sacerdote, porque o mesmo Jesus disse: se alguém desejar a mulher do outro, já adulterou em seu coração! E o mesmo se dá em desejar o homem da outra! Então a frase que complementa a isso tudo: vai e não tornes a pecar, demanda firme propósito de emenda, e arrependimento sincero.
 
     A traição, é na verdade uma cadeia sem fim. Se os direitos são iguais, se o marido trai, em tese, a mulher teria o mesmo direito. Mas esta é a lei do Talião, do olho por olho e dente por dente. Isso não consta nos Evangelhos! Ali está apenas o perdão – de Deus e dos homens – está o nem eu te condeno, e está o não tornes a pecar. E mais, se os pais se traem, também os filhos o podem fazer, e como terão moral – os pais que mutuamente se traem – para combaterem a promiscuidade de seus filhos, de suas filhas, de seus netos? 
 
     Enfim, se 52% das mulheres do Rio de Janeiro efetivamente já traírem ou traem seu esposo, e se esta moda se estender pelo resto do mundo, então ninguém mais precisa pesquisar motivos para a desagregação de tantos milhões de lares. Porque somando os 48% dos homens que traem, mais os 52 % de mulheres, e disso descontando os casos em que ambos traem, teremos realmente ainda poucos lares que se podem dizer santuários de Deus, onde a mãe ainda mantém a santidade do se casamento, e o pai se pode dizer “um só” com ela. Onde ambos se pode dizer, “um só”, com Deus! Como Deus habitará num lar destes? Como preservará na integridade uma família deste tipo?
 
     Melhor seria para o mundo que esta pesquisa fosse mentirosa, como tantas outras. De fato, a besta inventa estas pesquisas, porque sabe do comportamento insano das pessoas. Se disserem para as pré-adolescentes que 60% das meninas de 13 anos já não mais são virgens, podem crer que em pouco tempo, aumentará em 40% a prostituição infantil. Porque elas – as outras, as que “ainda são” – se sentirão mal, sendo diferentes. E olharão as outras com ar de “coitadas”, quando coitadas são elas. E a mesma coisa acontecerá com as mulheres casadas: tratarão de trair – falo das mulheres do mundo, não das que rezam – para não fazerem parte de uma minoria “ultrapassada”, quem sabe “idiota”. Sim, porque “todo mundo faz”. E se todo mundo, faz, então não é mais pecado!
 
     Para terminar digo o seguinte: no Antigo Testamento, a mulher que era flagrada em adultério, era apedrejada, e morta. E na verdade poucos outros pecados eram punidos com este rigor extremo. Isso nos prova uma coisa muito clara: a gravidade do pecado de adultério! Porque esta punição não lhes foi ditada pela lei humana, mas pela lei divina. Foi Deus que mandou apedrejar tais mulheres.
 
     Mas se pergunta: porque não, também, aos homens? Por causa do imenso abismo que existe entre a sublime missão da maternidade, se comparada a uma simples paternidade. A diferença entre ambos, é mais ou menos como a que existe entre um pequeníssimo e microscópico espermatozóide, e uma criança inteira, já pronta, perfeita, um novo filho de Deus, gerado no seio puro, de uma mãe santa. A responsabilidade da mãe, diante do lar, diante da família, diante do marido, diante dos filhos, e principalmente diante do  Deus Altíssimo, é também na mesma proporção. Comete ao marido, salvar à esposa! Mas compete à mãe, salvar toda a sua família!
 
     Naturalmente, também, que o prêmio eterno desta mulher gigante, da mãe que gera em santidade, da mulher que mantém incólume a vida de seu lar, é proporcionalmente maior também. E este é um prêmio eterno. A mulher, a mãe que salva seus filhos na valentia do viver em Deu
s, é quase igual a dos sacerdotes. Porém, reverso da medalha, o castigo eterno da mãe que conspurca seu lar, e que por causa disso vem a perder seus filhos, seus próprio esposo, é dos mais assombrosos, e é punido com rigor extremo.
 
     Alguém poderá perguntar, ou questionar: porque punir tanto a mulher? Porque tanto ônus, tanta carga, tanto sofrimento sobre seus ombros? Suportar o peso da maternidade e da geração dos filhos! Suportar um marido nem sempre bom e dócil! Enfrentar um mundo doente, onde a criação dos pequenos causa tantas dores e desassossegos. Lutar contra o inferno que quer corromper seus filhos! Ter que preservar a integridade de sua família, muitas vezes à custa de uma longa vida de martírio. Por que tudo isso?
 
     A resposta é simples: por causa da fortaleza que Deus concedeu a ela! Jamais uma só mulher no mundo, poderá alegar que recebeu carga maior, do que sua fortaleza poderia suportar. Se os homens tivessem que sofrer as dores das mulheres, o mundo já se teria acabado. Mas se as mulheres tivessem que suportar o ônus que pesa sobre os homens, também a vida humana teria um fim lento e inexorável. Cada um com seu dom particular e a nenhum cabe tomar o lugar do outro na vida do lar. Para a mãe as lides santas do lar e a vida espiritual, para o homem a manutenção da vida física, e o bem da esposa.
 
     De fato, para a mulher o veredicto foi: Gerarás teus filhos entre dores! Estarás sujeita a teu marido! Mas para o homem foi bem mais grave e terrível, e atinge a ambos: Maldita seja a terra por tua causa! Por tua causa ela dará espinhos e abrolhos! Ganharás o pão com o suor de teu rosto! E por todos os dias de tua vida! Quando a mulher deixou de se sujeitar ao marido, porque o marido, por sua parte, não mais se sujeitou a Lei de Deus, começou a lenta e gradual destruição das famílias. E multiplicaram-se os adultérios!
 
     No início, antes dos adultérios, as famílias se forjavam em Deus. Hoje, depois deste dilúvio de traições mútuas, as famílias se tornaram presa dos demônios. Mas alegria das alegrias, Deus vela pela família. Tudo isso está para acabar em breve. Primeiro as famílias não serão derrotadas pelo inferno, porque são pequenos santuários domésticos que, pertencem ao Criador da família. A própria Igreja renascerá das famílias... santas! Das famílias que rezam. O adultério começa exatamente quando a oração deixa de existir. Casal que reza unido, não se trai jamais! Casal que reza unido pertence a Deus!
 
Na Nova Terra, não haverá traições! Apenas amor sem fim!
 
Que Deus vos abençoe
Arnaldo
 
PS > Eu estava justamente abrindo o site para colocar esta carta, quando recebi de volta um e-mail com a resposta do anterior. Não vou cometa-lo agora, ficando para outra vez, se for o caso, porque são coisas importantes. Precisamos ajudar as pessoas que buscam com amor a conversão e a mudança de vida, a volta para Deus. Esta é nossa missão!
 
    Paz!!! Que ótimo que podes me responder!  É muito bom saber que posso buscar refúgio nas coisas de Deus... Sinto-me muito triste e envergonhada após ler o artigo sobre o flagelo da moda. Enquadro-me em muitas coisas que estão ali. Após a leitura senti uma necessidade imensa de me confessar, só que não posso, não sou casada na Igreja, apenas no civil e por pura falta de atenção, amor e temor a Deus.
     Meu marido não tem cultura religiosa, apesar de ser batizado na nossa igreja... e eu por pura falta de atitude, apenas o estou incentivando agora  a  freqüentar um catecismo para regularizarmos nossa situação diante de Deus, o que não está sendo fácil, ele já tem X anos e não concorda com muita coisa em nossa Igreja e além do mais não tem opinião formada sobre esse assunto, acha que Deus não está em uma religião, o que me deixa sem argumentos (por enquanto).
     Com relação ao adultério, esse já esteve, sempre, muito presente em nossas vidas, por ambas as partes, e a até pouco tempo, e só depois de passar por uma situação desesperadora foi que me curvei diante de Jesus e clamei por pie
dade e fiz um propósito de que nunca mais, à partir daquele dia, eu iria cometê-lo, o que não tenho realmente feito em carne, mas em algumas vezes em pensamento...
      Peço sua ajuda no sentido de evangelizar meu marido para que possamos juntos deixar  essas coisas "mundanas" para trás, num passado bem distante para voltar a uma vida cristã. Tenho planos de me casar até o dia 15 de maio de 2006, e sei que Deus vai preparar tudo para que isso aconteça, o que só depende do meu marido..
     Não vai demorar muito e estarei escrevendo para você os meus testemunhos, que não são poucos, preciso e tenho realmente que contar aos meus "irmãos" sobre a cura e o poder de Deus em minha vida.Espero mesmo que possas mais uma vez me orientar com esses textos abençoados.

     P.S.: Li os artigos sobre "O flagelo da Moda - 1 e 2" mas não encontrei o texto sobre "a mulher fora do lar". Quero continuar me correspondendo com você e quero que essa seja uma nova etapa em minha vida. Que Deus te abençoe e continue te iluminando para que possas nos ajudar em nossas caminhadas. Abraços, Senhora...
 
     Sim, vamos rezar para que ela consiga.
      Que Deus volte a morar no lar deles!
 


 
 
 

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