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16/07/2017
Fala Bento XVI
O Senhor não abandona a Sua Igreja, inclusive quando a barca tem feito tanta água que pode agora estar a ponto de soçobrar.
 

Crise na Igreja Católica, Papa Bento XVI.

Fonte > DominusEstBlog.wordpress.com

Por Cleire Cretien - LifeSiteNews - 15 de julho de 2017 - O papa Bento XVI enviou hoje uma alertadora mensagem no funeral do Cardeal Joachim Meister, dizendo que foi movido pela habilidade do cardeal da "dúbia", "por viver pleno de uma convicção de que o Senhor não abandona a Sua Igreja, inclusive quando a barca tem feito tanta água que pode agora estar a ponto de soçobrar”.

A Igreja "se mantém em uma premente necessidade de pastores, convincentes, que possam resistir à ditadura do espírito desta época, e daqueles que vivem e acreditam na fé com determinação", disse o Papa Bento XVI, em mensagem lida pelo Arcebispo Georg Gänswein, seu secretário particular e cabeça da residência papal. Por esta "necessidade premente", Meister "encontrou dificuldade em abandonar seu posto".

"O que mais me moveu foi que, neste último período de sua vida, ele aprendeu a se soltar e a viver pleno de uma convicção de que o Senhor não abandona a Sua Igreja, inclusive quando a barca tem feito tanta água que pode agora estar a ponto de soçobrar", concluiu o Papa Emérito.

Meister, com 83 anos de idade, foi um dos quatro cardeais que enviaram ao papa Francisco umas dúvidas, perguntando se Amoris Laetitia estava em linha com a moral da Igreja. Morreu esperando por uma resposta do papa. Embora Francisco não tenha respondido a estas dúvidas, deu sua aprovação às interpretações sobre esta polêmica exortação, que afirmam que aqueles que vivem em uniões adúlteras podem receber a Sagrada Comunhão.

O advogado de Direito Canônico Kurt Martens disse que a mensagem do Papa Bento XVI foi uma "assombrosa e diplomática maneira de apoio aos cardeais das, “dúbia"”.

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Obs > Em outros artigos se podem ler também que estas declarações de Sua Santidade o nosso ainda e sempre amado e único PAPA BENTO XVI, provocaram a iras de certos membros do vaticano – escrevo em minúsculo de propósito devido ao antro em que aquele ambiente se tornou, não mais sede da verdadeira Igreja de Pedro – e se provocou as iras deles especialmente “do chefe dele” é exatamente porque Bento XVI disse a verdade.  E a verdade é que, se o atual chefe do vaticano não respondeu como deveria às perguntas enviadas pelos cardeais, ele não cometeu um grave delito administrativo – porque era sua obrigação canônica de responder, sim ou não, – como lacra na própria testa um SIM diabólico, que tenta demolir a doutrina moral da Igreja.

Para reavivar a memória apresentamos as cinco perguntas feitas pelos cardeais.

1 - Da Exortação nº 305, uma pessoa casada vivendo como marido e mulher com uma pessoa que não seja seu cônjuge legítimo a partir de agora pode receber a Absolvição e a Comunhão sacramentais enquanto eles continuam a viver em seu estado semi-matrimonial?

2 - Da nº 304, alguém precisa acreditar que existam ainda normas morais absolutas que proíbem atos intrinsecamente maus, e que são sem exceção obrigatória?

3 - Da nº 301, alguém pode, ainda, dizer que uma pessoa vivendo em violação aos mandamentos de Deus, por exemplo, em adultério, está em uma situação objetiva de pecado habitual grave?

4 - Da nº 302, alguém pode, ainda, dizer que as circunstâncias ou intenções em torno de um ato intrinsecamente mau em si mesmo nunca pode mudá-lo para que seja subjetivamente bom, ou aceitável como uma escolha?

5 - Da nº 303, ainda, devemos excluir qualquer papel criador da consciência, e então esta consciência nunca poderá autorizar exceções às normas morais absolutas que proíbem atos intrinsecamente maus por seu objeto?

Ora, as respostas que qualquer católico deve dar e que deveriam ter sido dadas pelo chefe do vaticano, seriam, por ordem – NÃO – SIM – SIM – SIM – SIM – entretanto se ele respondesse desta forma, teria que rasgar a sua “amoris laetitia” e além de pedir desculpas ao povo católico, lagar o cajado de Pedro do qual se apossou, e se esconder “no fim do mundo” de onde nunca deveria ter saído. OU seja: ele não teve alternativa e por isso nunca respondeu, nem até hoje concedeu uma audiência com os quatro cardeais, onde tais coisas pudessem ser muito bem esclarecidas, para o bem do povo de Deus.

De fato, quanto a (1), é NÃO, porque o chefe do vaticano não pode revogar os documentos da Igreja que proíbem de dar a comunhão a divorciados em segunda união, sem a devida Declaração de Nulidade, que lhes permita regularizar diante da Igreja e de Deus, a sua situação matrimonial. Falo dos casais que mantêm relações sexuais, não daqueles que vivem como irmãos, e que acertam esta situação perante o pároco local.

Quanto ao (2) é SIM, porque a doutrina da Igreja não mudou e menos ainda a Eterna Lei de Deus, pois continuam sendo pecado grave os atos intrinsecamente maus, e continuam válidas e irrevogáveis as normas morais defendidas dela Igreja de Sempre, desde sempre e para sempre.

Quanto ao (3) é SIM, porque todo aquele casal em estado de adultério, vive em pecado mortal, e isso lhes veda a possibilidade de participar dos Sacramentos da Igreja, sem o cometimento do sacrilégio. Tais pessoas são livres, a Igreja não lhes proíbe, mas apresenta a lei divina pelo 6º Mandamento, que neste caso seria burlado.

Quanto ao (4) é SIM, porque a Lei divina é SIM ou NÃO, seca, direta, irreformável. Significa que, mesmo que um dos cônjuges não tenha sido culpado pela separação no casamento anterior, e até mesmo os dois, não é o fato da culpa ou não culpa anterior que entra em jogo, e sim o ato posterior, a prática do ato sexual fora do casamento válido, o que é adultério, sempre, e pecado grave, sempre. Nada atenua este fato, nem justifica o posterior. Neste caso só existe uma solução – embora o pecado continue – que é não comungar. Aliás, nestes casos o sacerdote não pode lhes dar a absolvição na confissão, porque se trata de “pecado continuado”. Seria como se Jesus tivesse dito para a pecadora: vai e tornes a pecar! O que muda a Lei de Deus e afronta Jesus.

Quanto ao (5) é SIM, porque não é a consciência individual que formula a Lei, porque esta é única e para sempre é imutável. Não pelo fato de o casal em estado de adultério decidir, pessoalmente, que podem comungar em estado de pecado grave, que isso vai mudar a Doutrina da Igreja. Nenhuma consciência individual pode formular exceções para burlar o Mandamento Eterno, nem a Sã Doutrina. Tanto o adúltero, como o assassino, se decidirem podem comungar e o Padre não pode negar, mas isso só lhes fará cometer o sacrilégio, o que significa “comer e beber a própria condenação eterna”. Jesus entra, mas ais imediatamente. E o inferno se abre para tal pecador.

Assim, a oportuna intervenção de Sua Santidade o Papa Bento XVI – embora fosse bom obter todo o teor de suas declarações – não somente afronta as atuais determinações do chefe atual do vaticano, como mandam um recado para todos os sacerdotes, bispos e cardeais, também para os católicos ainda atentos aos acontecimentos atuais – gravíssimos e espantosos – e os conclamam a agir com valentia, como fez o referido cardeal falecido. Ele clama que a Igreja precisa de mais clérigos corajosos, que intervenham firmemente em defesa da Verdadeira Igreja de Cristo, da sua Doutrina Moral, e dos ensinamentos de Nosso Senhor, Jesus Cristo. Isso sem medo da perda do cargo, até mesmo da excomunhão, porque se for expedida, será totalmente inválida.

A parte deste comentário, gostaria de comentar brevemente o assunto do texto anterior, sobre a demissão do Cardeal Muller. Consta que em declaração posterior ele negou que tenha sido tratado pelo chefe atual do vaticano da forma como exposta no texto, e que tenha sido submetido a aquelas cinco perguntas, mas nisso eu vejo, por experiência de tantos outros casos que a máxima se confirma: o desmentido é às vezes pior que a mentira. Ou seja, talvez por medo, ou pressão, ele emitiu esta segunda posição. De fato, o vaticano planeja hoje exatamente aqueles pontos ali confirmados.

Quais são? 1 - Diaconato feminino, proposto para ainda este ano; 2 – Revogação de celibato, permitindo o casamento de padres, e a ordenação de homens casados; 3 – Sacerdócio feminino, porque isso consta de uma das declarações do atual chefe do vaticano; 4 – Aplicação integral e compulsória, do que consta especialmente o capítulo 8º da “amoris laetitia” que abre a comunhão aos divorciados que vivam em estado de adultério pela prática do sexo fora do casamento válido, o que abre caminho para dar a comunhão a todos os pecadores, quaisquer que sejam os graves pecados cometidos, sem a necessidade de arrependimento ou confissão, porque dizem que “jesus veio para os feridos”, não para os já remidos. Como se para salvar um paciente envenenado, se deva duplicar no corpo dele a dose do mesmo ou e outro veneno. 

Então, se Muller foi ou será demitido por discordar dessas coisas, lhe cabe agora não somente deixar bem claro o que de fato aconteceu, pois mesmo se ficasse, como Cardeal da Igreja, ele tem a obrigação de ser contra tudo isso, e não somente, a obrigação de publicamente expressar esta contrariedade. Isso, aliás, seria obrigação de todos aqueles clérigos que hoje estão percebendo os gravíssimos escândalos que acontecem hoje no vaticano, onde chegou-se ao ponto de a polícia ter que intervir numa orgia homossexual promovida por um “padre”, que nada mais é que o secretário de um eminente cardeal daquele antro de corrupção.

Tenho acompanho algumas mensagens de certos confidentes, que embora eu não tenha condições de divulgar por aqui, falam dos horrores que acontecem naquele ambiente, neste sentido, que confirmam com todas as letras aquilo que está em Apocalipse 17, 1-6 sobre a prostituta escarlate, “Babilônia, a Grande, a mãe da prostituição e das abominações da terra”. Exemplos como este não negam a evidência da letra da Escritura. Até porque, em 17, 9 está escrito: aqui se requer uma inteligência penetrante. As sete cabeças, são sete montanhas sobre as quais se assenta a mulher. Roma é que está edificada sobre sete colinas. E púrpura, esta todos sabem quem veste!

Portanto, embora não pareça, tudo ferve no vaticano. Há uma grande pressa em aplicar as “reformas” que estão sendo propostas, que visam à demolição da Igreja de Cristo. Satanás sabe que pouco tempo lhe resta, eis porque age com tão grande fúria, e através dela atiça os seus comandados. Mas que lê as Escrituras com atenção e as consegue direcionar para o nosso tempo, e que acompanha as mensagens atuais a muitos confidentes e profetas atuais, sabe que o Altíssimo não deixará que completem todos os seus planos maquiavélicos e agirá a seu tempo. E este agir significa despedaçar este planeta em mil partes, e fazer restar na terra apenas um punhado de gente.

Ai de quem estiver no vaticano naquele dia. Primeiro haverá ali um banho de sangue como nunca teve, e talvez o martírio seja a enésima forma encontrada por Deus para salvar a alguns daqueles que hoje promovem tais abominações. Os exércitos de satanás colocarão depois no alto da cúpula de Pedro a sua bandeira, embora não voltem para casa para comemorar seu feito. Os castigos que Deus prepara, virão em ordem crescente, para que o povo acorde, e esta é a verdadeira misericórdia de Deus, porque se fosse aplicar uma justiça fulminante, quem sabe Ele teria que transformar a terra numa brasa incandescente – e Ele tem poder para isso – extinguindo daqui toda a vida, não somente o ser humano, a causa maior de todos os sofrimentos de Jesus e do Pai Eterno.

Apenas que ninguém de nós é justo o suficiente para reclamar de tais acontecimentos futuros – e futuro muito próximo – nem poderá legar que não sabia de nada disso. Porque aqui mesmo, haverá então “choro e ranger de dentes”. Mas não tenhamos medo: a Barca não irá soçobrar, a Igreja reviverá e Bento XVI será vencedor! (Aarão)

PS > Devo alertar que há também no vaticano caminha outra abominação que pretende eliminar os documentos anteriores da Santa Igreja, que proíbem o uso de contraceptivos. Lembro que o aborto é considerado por Deus como um crime hediondo, seja qual for a circunstância que o force, que não seja o caso de espontâneo. A mensagem do último cenáculo que em breve colocaremos no ar é dura neste sentido, e a fala do Cláudio, a pedido de Nossa Mãe, é dura é duríssima.

E ela afirma: A mãe que permite o aborto em si é responsável pela salvação, não somente dela o que é normal, mas também do médico e da parteira ou enfermeira que o executou. Se os executantes não se salvarem, também esta mãe irá se perder eternamente. Os homens brincam com a Justiça divina, pois a vida humana pertence a Deus. A vida dos filhos Dele, pertence exclusivamente a Ele, e ninguém outro está autorizado a suprimi-la, menos ainda no ventre materno, onde germina uma semente de valor infinito.

De fato, como um grão de milho é fecundado e dele pode surgir uma planta, também a o óvulo é uma semente fecundada, da qual surgira uma vida. Não existe possibilidade de que a vida humana surja de forma diferente, o que a torna VIDA, desde o momento da fecundação. Porque diferentemente, enquanto o grão de milho é inerme, latente, o gameta humano é VIVO, e curso progressivo de multiplicação, e não poderá jamais ser considerada uma vida apenas depois de certo número de semanas, como os malditos querem fazer crer. Que Deus nos livre desta chaga. 

 
 
 

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