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26/12/2016
Bento rompe o silêncio
Se a fé e a salvação não são mais interdependentes, a própria fé se torna menos motivante”.
 

PAPA EMÉRITO BENTO XVI ROMPE O SILÊNCIO E FALA DE “PROFUNDA CRISE” ATINGINDO A IGREJA APÓS O VATICANO II

Publicado em 22/03/2016

O Papa retoma o uso do saturnoPor LifeSiteNews.com Tradução: Gercione Lima – FratresInUnum.com

No dia 16 de março, ao falar publicamente em uma rara aparição, o Papa Bento XVI deu uma entrevista ao Avvenire, o jornal da Conferência Episcopal Italiana, abordando uma “dupla e profunda crise” que a Igreja está enfrentando na esteira do Concílio Vaticano II. A notícia já chegou até a Alemanha como cortesia do vaticanista Giuseppe Nardi, do site de notícias católicas da Alemanha vinculado a Katholisches.info.

O Papa Bento nos recorda a antiga e indispensável convicção católica da possibilidade da perda da salvação eterna, ou que as pessoas vão para o inferno:

Os missionários do século 16 estavam convencidos de que uma pessoa não batizada está condenada para sempre. Após o Concílio [Vaticano II], essa convicção foi definitivamente abandonada. O resultado foi uma dupla e profunda crise. Sem essa atenção para com a salvação, a Fé perde o seu fundamento.

Além disso, ele fala de uma “profunda evolução do dogma” em relação ao dogma “fora da Igreja não existe salvação”. Esta mudança proposital do dogma levou, aos olhos do papa, a uma perda do zelo missionário na Igreja – “Qualquer motivação para um futuro compromisso missionário foi removido”.

Papa Bento XVI faz uma pergunta penetrante suscitada por essa mudança palpável de atitude da Igreja: “Por que você deveria tentar convencer as pessoas a aceitar a fé cristã, se elas podem ser salvas sem ela?”

No tocante a outras consequências dessa nova atitude na Igreja, os próprios católicos, aos olhos de Bento XVI, estão menos comprometidos com sua fé: se há quem possa se salvar por outros meios, “por que então deveria o cristão estar obrigado à necessidade da fé cristã e de sua moral”?, perguntou o papa. E ele conclui: “Mas se a fé e a salvação não são mais interdependentes, a própria fé se torna menos motivante”.

Papa Bento também refuta tanto a idéia do “cristão anônimo” desenvolvida por Karl Rahner, como aquela idéia indiferentista segundo a qual todas as religiões são igualmente valiosas e úteis para alcançar a vida eterna.

Ainda menos aceitável é a solução proposta pelas teorias pluralistas de religião, segundo a qual, todas as religiões, cada uma à sua maneira, seriam meios de salvação e, nesse sentido, deveriam ser consideradas equivalente em seus efeitos”, disse. Neste contexto, ele também aborda as idéias exploratórias do já falecido cardeal jesuíta Henri de Lubac, acerca das consideradas “substituições vicariais de Cristo” que têm que ser agora novamente “refletidas com mais profundidade”.

No que toca à relação do homem com a tecnologia e o amor, o Papa Bento nos lembra da importância do afeto humano, dizendo que o homem ainda anseia em seu coração “que o Bom Samaritano venha em seu auxílio”.

E continua: “Na dureza do mundo da tecnologia – no qual sentimentos não contam mais – a esperança de um amor salvífico cresce, um amor que gostaria de ser dado livremente e generosamente”.

Também Bento lembra à sua audiência  que: “a Igreja não é feita sozinha, ela foi criada por Deus e é continuamente formada por Ele. Esta encontra expressão nos sacramentos, sobretudo no do Batismo: eu entro na Igreja não por um ato burocrático, mas pelo auxílio deste Sacramento “Bento também insiste que sempre,” necessitamos da graça e do perdão”.

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OBS > Os textos negritados acima são nossos, apenas para efeito de chamada de atenção. E exatamente chamar a atenção de todos aqueles que, insanamente, inconsequentemente, cegamente, ainda ousam repetir o surrado chavão dos defensores do atual líder do Vaticano, o "outro", de que as doutrina de ambos é igual e que "não existe divergência entre os dois papas" ou que "eles são amigos e se dão bem". Ora, Bento XVI é apenas protocolar, e por tudo o que temos visto ele apenas abriu espaço para se cumprirem as últimas profecias, para o cisma final. Isso a pedido direto do Céu!

Pelas citações destacadas, se pode perceber claramente o quanto divergem as orientações que Bento XVI deixou, em relação a aquelas que Bergoglio está tentando nos impor. E pelo juramento papal ao assumir a cátedra de Pedro, um papa Verdadeiro se compromete solenemente diante de Deus e dos homens a não burlar a doutrina deixada por seus antecessores, porque Deus não muda, a moral católica não muda, a Doutrina não muda, os dogmas não mudam, os Sacramentos não mudam e são todos necessários para a nossa salvação. Assim.

Bento XVI afirma que é necessária a fidelidade à Igreja Católica para se obter a salvação > o outro afirma que todas as igrejas salvam, o que significa a quebra de um Dogma.

Bento XVI afirma que somente a Igreja Católica salva > o outro afirma que não acredita num Deus católico, disse também quem tem uma pendência com Jesus Cristo.

Bento XVI afirma que existe sim um inferno e o risco da perda eterna > o outro afirma que o inferno é um artifício literário e não crê que ele exista.

Bento XVI afirma que é necessária a ação dos evangelizadores > o outro afirma que o proselitismo é um solene disparate, e não quer que as pessoas convertam os protestantes, e sim que os abracem.

Bento XVI afirma que apenas o Deus da Religião Católica Romana é verdadeiro > o outro afirma que "deus é um só em todas as religiões, porque eles acreditam neste deus em seus corações.

Bento XVI afirma a necessidade do perdão dos pecados através do Sacramento da Confissão > o outro afirma que "não vê a necessidade da confissão", porque a "misericórdia" divina acolhe a todos indistintamente, até para aqueles que não pedem perdão.

Bento XVI afirmou que o maometismo é um grave perigo para o mundo > o outro afirma que o maometismo é uma religião de paz e pode ser seguida, pois também salva. Fiquemos nisso...

De fato, por qual motivo alguém precisaria se manter fiel à Cruz de Cristo, à dura moral cristã, à obediência à Sã Doutrina, à fidelidade aos Dogmas Católicos, o culto aos santos e a Maria, se o "outro" afirma que todos se salvam, porque Deus não condena ninguém, que a perda eterna é imcompatível com o amor de Deus? Ora, isso fez com que milhares de católicos que eram frouxos agora se sintam livres para participar de cultos evangélicos, porque ali é tão mais fácil, basta contribuir com a sacolinha ou com a "fogueira santa". 

Ou seja, implicitamente o "outro" aceita tudo isso como normal, e abre as portas dos céus não somente para os que combram dízimos de 30% das rendas com a "garantia" da compra de um lugar no Céu e da riqueza também na terra, como até para os ateus, porque segundo ele "também acreditam no seu deus".

É isso! Então não são doutrinas conflitantes? Acaso Bento pode estar de acordo com o "outro", uma vez que isso o faria rasgar tudo o que deixou escrito, o seu legado maravilhoso sobre a verdadeira misericórida, a verdadeira Igreja de Cristo, a verdadeira moral católica, o verdadeiro Catecismo da Igreja, e o verdadeiro AMOR, aquele que salva almas, não apenas aquele do "abraço" ensinado pelo "outro"?

Óbvio que não somente existe conflito como ANTAGONISMO irreconciliável. Em síntese, deste antagonismo se denota: se trata de DUAS denominações diferentes. A de Bento é a que salva, a do outro é do mundo, e morre aqui na terra... e mata quem chega na eternidade. Cada um escolhe, e o tempo da escolha definitiva chega! São dois papas, são duas doutrinas, são duas igrejas... Melhor: uma Igreja, a de Bento XVI, e uma seita, a do outro! (Aarão)

 

 
 
 

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