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FAMÍLIA, FUNDAMENTO DA SALVAÇÃO
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29/06/2005
Nas igrejas
 
Trevas - 106 Nas igrejas
Trevas - 106 Nas igrejas

206 NAS IGREJAS
 
     Que tudo seja para honra e glória de nosso Deus Uno e Trino. Continuamos aqui a alertar sobre o poder das trevas, em contraponto aos que negam estas realidades. Deus nos fez livres até para sermos cegos de propósito, se assim o quisermos. Mas aos que Ele deu a graça de ver, em especial a graça de ver realidades que vão além da nossa percepção visual, não é permitido calar sobre estas visões, porque para poucos é dada esta missão e nem todos correspondem com coragem aos pedidos de divulgação.
 
     Neste texto a seguir, passamos visões relativas ao que acontece com certos padres, na Igreja Católica, e que nos podem dar uma visão real da situação em que ela se encontra e citar alguns motivos pelos quais chegou a este estado. Isso nos fará entender o porque chegamos a esta situação escandalosa, onde a grande praga maior é a desobediência generalizada, fruto de um desejo sórdido de fazer, cada um uma igreja pessoal e um deus pessoal. Cada bispo tem hoje a sua igreja pessoal, assim cada padre, assim cada leigo. Mas a maioria deles, já não fala mais a verdade de Deus, já não prega o verdadeiro Evangelho da porta estreita, aquela única que conduz à salvação eterna.
 
Eles esquecem de falar, por exemplo, dos novíssimos – céu, inferno e purgatório – e assim muitos pegam purgatórios horrendos e até se perdem eternamente, porque a maioria só fala num Deus apenas misericórdia e não também justiça, fala abertamente que todos se salvam porque Deus é bom e não ia querer perder alguém. Que motivo então haveria para sermos bons, se difícil é o caminho que conduz ao Céu e larga a porta da perdição? Deus, de fato, não quer perder a ninguém, mas o problema é que alguns decidem assim, e grande parte deles, por não haver sido devidamente alertado sobre a realidade do inferno.
 
Eu diria assim: Muitos homens e mulheres sabem certamente que estão agindo errado em suas vidas, e que são graves os pecados que cometem. Mas não avaliam as conseqüências de seus atos, porque não recebem parâmetros onde possam se equacionar. Claro que isso não os justifica, mas poderia ajudar. Estes sinais deveriam ser dados pelos sacerdotes, em suas homilias, que jamais deveriam deixar um só dia seus púlpitos, sem alertarem as pessoas contra, principalmente, o inferno, destino dos obstinados, dos teimosos e dos desafiadores. Milhões de pecadores há no inferno e que odeiam. E se lhes fosse permitido voltar a terra para executar seu ódio sobre uma pessoa escolhida a dedo, creio que todos eles escolheriam como alvo os padres católicos e bispos da Igreja. Muitos deles se tornaram “cães mudos, incapazes de latir” como disse o profeta Isaías.
 
É preciso que os filhos de Deus, aqueles que querem ver ainda – porque muitos fecharam seus olhos e ouvidos para os apelos quase desesperados do céu – sejam preparados para o que virá a seguir. Porque, com certeza plena: Deus não permitirá que este estado de coisas se estenda por muito tempo. Até mesmo os sacerdotes precisam ser alertados sobre o que está acontecendo, mesmo que 99,9% deles sejam tão arrogantes, que são até capazes de sair nas costas com alguém que lhes aponte faltas. Este orgulho dos padres tem somente parâmetro de medida nos anjos caídos, tamanha a obstinação de alguns.
 
Fala agora a confidente:
 
Eis a visão deste dia: Eu me vi entrar, pelo corredor central em uma grande igreja. Era uma igreja bem iluminada, com fortes luzes, e caminhei sem saber o que se passava. Esta igreja estava repleta de pessoas e tal que não havia quase lugar para sentar. Mas, lá na frente, no quarto banco encontrei uma vaga, depois de uma senhora, e ali me sentei. À minha frente, os três primeiros bancos eram ocupados inteiramente por muitos padres que usavam hábito religioso, e também por seminaristas, que igualmente usavam estas vestes. Eles ocupavam os dois lados da fileira de bancos, bem à frente da
nave.
 
Então me dei conta de que um certo sacerdote celebrava a Santa Missa e estava agora na homilia. Em frente ao sacerdote que falava, havia um caixão de defunto. No princípio eu não podia escutar o que o padre falava, mas percebi que ele estava todo empolgado na homilia. Percebi, porém, que ele sempre repetia a mesma coisa, e que ainda assim era grande a atenção de todos ao que ele dizia, especialmente atenção vinda dos padres ali presente e dos seminaristas.
 
Neste momento vi um cachorro pequeno entrar na igreja. Ele babava e ia entrando pelo corredor central balançando o rabo e cheirando a cada banco que se achegava. Veio então e chegou na fila atrás de mim, enrodilhou-se e deitou bem debaixo do banco onde eu estava sentada. Não entendi de momento o sentido daquilo, mas percebi a repugnância que ele causava aos presentes. Eu não dei importância ao fato, mas logo as pessoas do banco de trás se retiraram e até os padres do banco da frente foram saindo até não ficar quase ninguém ali. E já ninguém mais prestava atenção ao que o sacerdote falava (1).
 
Finalmente o celebrante interveio e disse: porque estão desviando a atenção da minha pregação? É só um cachorro! Alguém o retire, por favor? Mas ninguém se dispôs a faze-lo, entretanto me pareceu que o cão entendia a fala do padre, pois ficou todo arrepiado e arreganhando os dentes foi se retirando sem precisar ser expulso.
 
Então sacerdote disse: agora prestem a atenção na minha pregação! Neste momento olho para o caixão e vejo que o defunto estava inclinado. E como um raio, eu vi aquele caixão mergulhar terra adentro (2). Olho novamente, e vejo caixão no mesmo lugar enquanto o sacerdote falava assim: Vejam como este homem foi bom em vida! E começou a relatar uma a uma as “bondades” que o tal homem praticara a vida inteira. Na verdade tudo coisas supérfluas, relacionadas com o mundo. Em nenhum momento citou alguma obra que levasse a Deus ou com a verdadeira caridade cristão, aquela que nada pede em troca.
 
Disse que aquele homem bom, agora descansava em Deus. E todos escutavam atentos e ficaram comovidos diante de tanta bondade e caridade, e achavam justo que ele estivesse agora nos braços do Pai. Depois não vi mais nada, somente quando a Missa acabou...
 
Neste momento me levantei e fui até o sacrário, que ficava numa lateral da igreja e percebi que o caixão fora levado para lá. Como eu não me sentia bem em olhar para ele, comecei a sair da Igreja, porque já as luzes estavam sendo apagadas. Havia ainda umas poucas pessoas ajoelhadas em alguns lugares e rezando.
 
Quando cheguei perto da porta de saída, me senti muito mal por não ter dado atenção ao Sacrário, então voltei e me dirigi a ele novamente. E quando cheguei perto do caixão, vi o tal defunto, agora com uma das mãos atrás da nuca, embora deitado ainda. Olhei bem e percebi seu aspecto avermelhado e mesmo estando de olhos bem fechados, deixava entrever uma grande maldade. Tive então muito medo de chegar perto do Sacrário, porque o caixão estava muito perto dele.
 
Tomando coragem, porém, eu fechei os olhos e me dirigi ao Sacrário, entretanto levei um enorme susto, porque ao lado dele surgiu um “homem” que estava ali de pé, me olhando e rindo (3). Parecia ser o tal defunto, e segurava um livro na mão. Para minha surpresa, olhei para o lado e o caixão estava agora vazio. Assustada com aquilo tudo, olhei para o homem e ele me disse: Sou eu mesmo! 
 
Superando o medo, ouvi enquanto ele falava: Sabe, os padres, não deveriam fazer homilias como as que você ouviu hoje! Numa Missa de corpo presente ficar repetindo o que foi o fulano, se era bom, mostrando suas obras humanas, como você ouviu. Muitas vezes eles não falam a verdade, e dizem coisas bonitas somente para agradar os ouvidos dos presentes e familiares. Eles deveriam dizer ali mesmo a verdade sobre a vida dele, especialmente quando não deram ouvidos aos novíssimos da Igreja. E viste agora para onde estes vão! Culpa dos padres que em suas homilias não pregam as verda
des eternas
e nada falam sobre o purgatório, muito menos sobre o inferno que é uma terrível realidade. Eles só falam em Céu, Céu, Céu!.(4)
 
A seguir me vi andando lado a lado com este homem-defunto, indo em direção à sacristia que ficava ao lado da igreja. Ele sempre ia rindo, segurando a Bíblia na mão, e percebi que ele de fato falava a verdade. Mas seu aspecto era terrível. Então ele me disse: sofrimento, sofrimento eterno! Tudo por falta de um padre que me falasse principalmente do inferno e do já terrível purgatório, coisas que eles esquecem. Para muitos deles tudo é Céu, Céu... Para estes ninguém se perde eternamente! Todos são salvos, porque Deus é somente Misericórdia! Então não falam dos esforços que as almas têm que fazer para merecer e alcançar este Céu.
 
Então olhei para ele, apesar de aquilo me chocar, e percebi que tinha se transformado num daqueles demônios vermelhos, cujo aspecto é ainda mais maldoso que certos vermelhos que já vi. Ele estava a me falar daquela forma. Não entendi no momento o motivo pelo qual ele me falava assim e enquanto andávamos passamos diante do altar e ele fez uma inclinação com a cabeça ao passar diante do Santíssimo. Perguntei como lhe era possível fazer agora este gesto, se perdido, que de nada adiantava mais, uma vez que devia ter feito assim em vida. Então ele me disse: sou obrigado a faze-lo assim como te dizer estas coisas.(5)
 
Quando entrávamos na sacristia me pareceu que ele era ainda vivo, e lhe pedi o telefone para eu entrar em contato, perguntei seu nome, mas ele não respondeu. E para meu espanto, num repente ele desapareceu dali, mesmo sem ter portas por perto. Entrei na sacristia, fui pelos fundos da igreja, mas ele havia sumido.
 
Então pude entender o que se passara. Vi que na igreja ainda se achavam algumas pessoas rindo e conversando e apenas uma pequena luz brilhava em meio a aquela escuridão. Quase não consegui ver os degraus da escada e à medida que avancei vi que uma fraca luz iluminada o caminho apenas por onde eu ia passando. Vi então uma pessoa amiga e perguntei a se conseguia ver alguma coisa e ela me disse que só via um facho de luz por onde eu passava. Neste momento vou para entrar no carro e quando coloquei a mão na maçaneta, percebi que estava é dentro de meu quarto.
 
Pedi então ao Bom Deus que me mostrasse o que aquilo queria dizer e tudo que se passara e Ele me respondeu assim: “Foi satanás mesmo quem lhe falou! Eu o abriguei a falar a verdade. Infelizmente, meus filhos sacerdotes já não pregam sobre os novíssimos e não mostram aos filhos tudo aquilo que os pode levar a pegar um longuíssimo purgatório ou até o sofrimento terrível do inferno. Já não alertam contra ele! Meus filhos sacerdotes precisam ser cinza para o mundo e Vida para Deus. Muitos deles, escondidamente até pregam algo ainda sobre os novíssimos, mas têm medo das represálias do mundo, até de seus próprios colegas. Desta forma, não morrem para as opiniões do mundo e não se tornam cinza” (6).
 
Peço-vos: Levai estas palavras ao conhecimento de meu filho, o padre X – da nossa paróquia – para que ele continue dando testemunho com coragem sobre a verdade. Quero que ele se transforme em cinza, que morra para o mundo e assim viva para Mim. Não importam as perseguições, as difamações que ele venha a receber. Eu estarei sempre com ele, mesmo que venha a ser mártir. Não existe prova de Amor maior ao Pai, que esta”.
 
Mais tarde, cumprindo as palavras de Jesus, levei tudo isso ao conhecimento de nosso pároco. Ele escutou tudo atentamente, espantou-se, mas quando lhe disse que estas eram palavras de Jesus dirigidas a ele, sentiu medo, estremeceu até, silenciou e nunca mais me falou sobre este assunto! (7) Infelizmente! Deixemos então para Deus e aquele que tem ouvidos ouça!
 
(1) Qualquer motivo, por singelo que seja é motivo para distrações na igreja. Aqui vemos a figura visível de um cão babando, representando os demônios que agem durante as celebrações, desviando a atenção dos
ouvintes. A maioria absoluta das pessoas está ali apenas com o corpo, nunca com o pensamento. Vou dar um exemplo: desde que eu era criança, na escola, na doutrina, depois no colégio, na igreja, eu nunca me lembro, em toda a vida, de que algo extraclasse ou fora da sala, por mais engraçado que fosse, me tivesse desviado a atenção ou feito rir. Muitas pessoas riem por qualquer coisa, qualquer barulho, de modos que assim, numa igreja, quase tudo se perde da homilia, mesmo que o padre seja um bom pregador. Claro, muito disso poderia ser evitado se o padre, no inicio da Missa, fizesse o asperges-me, com água benta, que proíbe os demônios de adentrar na igreja.
 
(2) Naquele momento, o mergulho do caixão pode significar o instante exato em que aquela alma, já julgada e condenada, se precipitou no abismo eterno. Como depois se verá o caixão novamente ali, se deve ao fato da lição que Deus quer dar a seguir, agora já não mais com a pessoa falecida dentro, mas com um demônio em seu lugar.
 
(3) Daqui se percebe imediatamente que não se tratava mais de uma alma perdida e sim de um demônio a substituí-la, porque as almas dos homens perdidos, jamais podem retornar, devido ao abismo que há entre elas e nós. Epulão é um exemplo!
 
(4) Este caso é típico hoje de mais de 90% dos padres, se posso chutar um número. A maioria deles acha que falar em inferno e em demônios durante as homilias afasta os católicos da Igreja, quando na verdade é justo isso que os põe distantes. Padres que falam somente em cesta básica, em “excluídos” e “marginalizados”, são exatamente aqueles que excluem os católicos do céu e marginalizam as ovelhas do caminho da salvação. O Padre existe unicamente para salvar almas, fora disso tudo, nós temos gente que pode fazer as coisas melhor que eles. Para isso o Padre deve viver a salvação, deve falar na dificuldade de se chegar ao céu, mas também na imensa graça que é consegui-lo.
 
(5) Amiúde temos visto estas revelações dos demônios, que são obrigados por Deus a dizer a verdade, como foi o caso daqueles exorcismos que já apresentamos aqui. E se pode perguntar: Que pretende o Céu com este tipo de revelação? A resposta é simples, quando os padres se calam os demônios falam, nem que sejam obrigados por Deus. Infelizmente eu penso que as coisas já desandaram de tal forma, que se Deus obrigasse aos espíritos do mal, um a um, a visitar os sacerdotes católicos e lhes falar destas verdades, acho que eles ridicularizariam aos demônios, para maior fúria deles. Tamanha cegueira só pode ser um sinal claríssimo de que estamos no fim.
 
(6) Ser cinza, significa ser pó! Ser humilde e aceitar a correção. Significa também morrer para as próprias vontades e idéias, vivendo para a pregação correta da Doutrina da Igreja, das verdades eternas, das quais somente ela é guardiã perene. Mas que acontece hoje? Bispos desobedecem ao papa, padres desobedecem aos bispos e assim os leigos, cada um, acaba fazendo o que bem entende. A desobediência é generalizada, e fruto disso temos aí a heresia campeando solta e a apostasia fazendo rombos em meio a grei. Outro grande problema dentro do clero é a perseguição cruel que eles exercem uns contra os outros, falo dos maus e medíocres, contra aqueles que ainda querem ser bons e falar a verdade. Eu tento certeza de que já alguns sacerdotes se perderam devido a este escárnio, que não somente faz encolher a atividade dos bons, como ofende profundamente a Deus. De fato, as diferentes ordens se maldizem entre si, e dentro das congregações existem muitos que se perseguem e se atazanam mutuamente. Terrível esta situação! Com certeza isso não vem de Deus, nem leva ao Céu? Sim, eis porque não falam no inferno! Só no Céu!
 
 
(7) Não somente aceitar a correção, como implementa-las. Já citei este exemplo e volto a repetir: Certa feita, num dia de primeira Eucaristia, antes da Santa Missa pedi ao padre que avisasse que naquele dia, pela norma da Igreja, tanto crianças quando os que assistiam à Missa, cumpridas as obrigações de praxe, poderiam lucra
r indulgência plenária – quantos padres falam neste assunto? Entretanto, a Missa acabou e ele não falou. Neste momento, ouvi uma voz bem clara ao meu ouvido que disse: Ele acabou de acrescentar 10 anos de purgatório aos que ele já tem! Sim, porque milhares de horas de purgatório poderiam ser evitadas por ele, para muitas das pessoas presentes, caso tivessem sido lembradas. E assim o padre mesmo irá pagar depois, muitas destas horas, por haver se omitido. É assim que vai! E é justo por causa disso que temos milhares de sacerdotes pagando até séculos de sofrimento, por se omitirem de falar sobre as verdades, sobre os sacramentos e as indulgências. Quando não se perdem, também!
 
Assim, temos aqui nestas revelações do inferno, o indicativo de alguns dos motivos que nos levaram, como Igreja, a chegar nesta situação atual. Não falar mais a verdade. Calar sobre a verdade e sobre os tesouros da Igreja, não somente por padres e bispos, mas idem por leigos. Todos nós fomos criados sacerdotes, e somos também profetas e reis. Temos todos então a obrigação de evangelizar, mesmo que seja pela voz dos demônios, até porque Deus se obriga a usar de todos os estratagemas para mudar estas cabeças ocas de muitos.
 
E mais, a suprema caridade consiste em levar almas para Deus, seja pela conversão dos vivos, seja pela remissão das almas que ainda padecem no purgatório. Este é o supremo ato de dar a vida por elas, porque a vida verdadeira está somente em Deus, na eternidade. Somos então, todos, chamados a evangelizar e a profetizar, porque milhões dependem de uma palavra de conversão e vida. Não durmamos no ponto, não calemos nossa voz. Sei o quanto é difícil chegar nos padres e lhes falar estas coisas. Rebeldia, auto-suficiência, orgulho de seus conhecimentos – eu sei tudo – verdades próprias – eu sei melhor – desejo de agradar o mundo não a Deus – fazem-se engraçadinhos – tudo isso contribui para a morte da Igreja e o seu contínuo caminhar para as trevas.
 
Ainda noutro dia, sei de uma pessoa a quem comentei, foi ao padre dizer que se trata de um grave abuso litúrgico permitir que os próprios leigos tomem a Sagrada Eucaristia sob duas espécies, mergulhando eles mesmos no precioso Sangue, as espécies Sagradas que acabaram de pegar do Cálice. Ele foi avisado disso, mas já duas vezes seguidas depois, continua a fazer exatamente o mesmo, como se não soubesse. Não sei como eles podem ser tão teimosos e obstinados. E mesmo que se lhes mostre o documento do Papa, ainda assim continuam a fazer suas vontades não a de Deus. Isso tudo mata a Igreja!
 
Enfim, nós não lembramos destas coisas para que ataquemos os sacerdotes, antes para que nos unamos em oração por eles. Aqui no Movimento Salvai Almas eles são nosso segundo motivo de oração. Na verdade a Igreja precisa de sacerdotes, mas que sejam santos e a santidade somente se consegue com a oração contínua e humilde.
 
Rezemos pelos padres e estaremos rezando pelo coração da Igreja. Se eles deixarem de pulsar de amor por ela, ficaremos nós sem a vida eterna. O mundo precisa dos sacerdotes católicos, mais do que as pessoas precisam de ar. No dia em que faltar a Eucaristia em muitos lugares, as pessoas entenderão isso que acabei de dizer.
 
Que Deus vos abençoe a todos
 
Arnaldo   
 
    


 
 
 

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