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21/11/2007
Um exorcismo
 
Trevas - Um exorcismo
21/11/2007 08:38:56
Trevas - Um exorcismo

Relato do exorcismo de "Marta"
Para que se conscientizem... da existência do demônio.






O editorial de Hispanidad.com correspondente à edição de segunda-feira 30 de setembro de 2004 é longo, mas garanto que vale a pena. É uma descrição, em primeira pessoa, de uma cerimônia de exorcismo celebrada em uma capela de Alcalá de Henares (Madri), e cujo objetivo era libertar uma jovem possessa por um demônio. Nessa sessão, de duas horas e meia de duração, estiveram presentes o diretor de Opinião de Hispanidad, Javier Paredes, e Luis Losada, que é o narrador. Outra sessão anterior, narrada pelo diretor de Religião do jornal El Mundo, José Manuel Vidal, e pelo responsável dessa mesma seção na agência EFE, provocou uma grande revolução. A sessão foi contada em El Mundo, e Vidal concluía dizendo que o que ele viu "não era uma montagem". De imediatamente, a reação de muitos (por exemplo, a de alguns leitores de El Mundo) foi a mesma: Como é possível que um jornal sério conte estas coisas? Isso sim, ao que parece, ninguém se preocupou em adotar a atitude mais científica de todas: comprovar os fatos. Neste caso, como em qualquer outro descobrimento ou testemunho humano, cabem três atitudes: ou alguém enganou as testemunhas do exorcismo, ou as testemunhas enganam, ou é verdade que os demônios existem e que podem possuir o corpo de outro espírito, porque os seres humanos não são mais que um anfíbio de corpo e espírito.

Entretanto, vejam por onde, muitos decidiram, sem comprovar cientificamente, que o narrado é falso. Porque não estão dispostos a aceitar a existência de demônios, ainda que os fatos lhes desmintam.
Animo-lhes a ler o testemunho de Luis Losada, ratificado por Javier Paredes, sem preconceitos. De suas conclusões o relato pode depender tudo ou nada, mas seguramente colocará à prova equanimidade. Aí vai:
"Volto de uma das sessões de exorcismo realizadas pelo padre Fortea. Escrevo impressionado. Os gritos de Zabulón, e as orações do sacerdote e da mãe da possessa, ainda martelavam em minha consciência. Creio no "Não prevalecerão”, mas tenho medo. Se pudesse dar meia volta, o faria, sem dúvida alguma, e não teria ido a esta sessão. Minha alma está inquieta após o brutal encontro com o demônio. Mas tenho que escrever o que vi, porque Deus permitiu que o demônio Zabulón se apoderasse do corpo de Marta (nome fictício) "para que se conscientizem" da existência do demônio. Essa é uma das respostas que Zabulón deu ao exorcista quando lhe perguntou por que não saía desse corpo. Por isso, Maria (nome igualmente fictício), a mãe de Marta, me pediu, ao nos despedirmos, que contássemos a todo o mundo, para que, o quanto antes, se produza a libertação de sua filha.
-"Padre, podemos contar algo do que vimos?"
-Podem contar o que quiserem. As obras da luz não têm medo da luz, as obras das trevas buscam as trevas.
Sem dúvida, algum sentido deve ter minha presença nesse exorcismo, que, com o passar do tempo, acabarei descobrindo. Entretanto, só posso manifestar motivações rasteiras. A inquietude jornalística, a curiosidade e sem dúvida a ingenuidade e a falta de consciência me fizeram aceitar a oferta de meu amigo e companheiro de Rádio Intereconomia, Javier Paredes, para acompanhá-lo a uma sessão de exorcismo. Sem preparação psicológica, pego o carro rumo a paróquia madrilena onde o Pe.
Fortea celebrará a décima sétima sessão do exorcismo de Marta.
Marta é uma menina jovem, de aparência doce, que vai com uma mistura de medo e esperança à sessão, com o objetivo de que o "pesadelo" desapareça. Ao terminar "tudo" nos confessará estar cansada, embora se sinta incapaz de lembrar o que vivemos durante mais de duas longas e intermináveis horas. Maria, sua mãe, é baixa, magra, miúda... Está consumida, triturada, mas é forte, agüentou todo o exorcismo de joelhos junto de sua filha.
Sem longas conversações nem preparação alguma, o Pe. Fortea nos faz sentar em um banco da capela. Não há mais ninguém. Apenas duas indicações: desligar os celulares e permissão para abandonar a sessão quando quisermos. Não é uma grande bagagem para assistir ao mais impactante que uma pessoa jamais poderá assistir. Sem preâmbulos, Marta se deita no colchonete que, previamente, ajudou a colocar. Sua mãe se ajoelha a seu lado. Javier e eu permanecemos no banco em uma atitude discreta, com expectativa... e acovardados.
O Pe. Fortea se ajoelha e reza em silêncio durante alguns minutos. Depois se senta no colchonete diante da cabeça de Marta. Coloca a mão em cima da cabeça e começa a invocar a Deus. Apenas ao pronunciar seu nome o corpo de Marta sofre um espasmo, suas pupilas se ocultam e seus olhos permanecerão em branco durante toda a sessão. Depois, invoca São Jorge e Marta volta a convulsionar em meio a gritos assustadores.
O que vivemos Javier e eu durante duas horas e meia foi uma prolongação deste início, em um estado de tensão que ainda continua a oprimir minha alma. São duas e meia da manhã. Passaram mais de doze horas da finalização do exorcismo. Continuo tenso e sem paz. Mas rezo. Por Marta e por sua mãe. Mas também por todas as testemunhas que passaram por essa capela onde Zabulón fez-se palpavelmente presente.
Em um dado momento, o sacerdote ordena ao demônio:
-Em nome de Jesus Cristo, sai da menina!
-Não! -responde a voz de além-túmulo que sai do corpo de Marta. Não é a voz de Marta, é uma voz rouca, forte e carregada de ódio. Há ódio em todas as respostas de Zabulón. Até um simples sim ou não, é pronunciado com ódio. Dá para sentir.
-"Por meu poder sacerdotal, ordeno que saia dessa mulher", prossegue o padre Fortea.
-¡Aggghh! -responde Zabulón, em meio a espasmos, convulsões e gritos. Marta se retorce. Deitada, move-se com uma elasticidade estranha. Se não fosse pelo colchonete, sofreria graves lesões... Depois, sabe-se lá porque, de ter estado gritando, muito forte, durante mais de duas horas, quando nos despedimos não sentimos em Marta o menos sinal de rouquidão.
O exorcista ordena a Zabulón, uma e outra vez, que abandone esse corpo, mas o demônio resiste. Para pressioná-lo, o Pe. Fortea recordava a Zabulón que estava fazendo muito bem, porque, através dele, muitos creriam em sua existência. Marta –ou o que vive dentro dela- se retorcia com violência. Então, o Pe. Fortea voltava ao ataque lembrando ao demônio que o esperava a condenação eterna, que não tinha nada a fazer. Zabulón grunhia desesperadamente.
Posteriormente, o Pe Fortea "armou-se" de uma estampa da Virgem de Fátima e uma cruz, com a estampa em punho insistiu a Zabulon a que a beijasse.
-¡Aggggghh! Nãããooooo! –respondia a voz de além-tumba que saída do feminino e adolescente corpo de Marta.
-Em nome de Jesus Cristo, eu te ordeno, beije esta estampa -insistia o exorcista.
-Não quero! -respondia Zabulón, entre espasmos, gritos e convulsões do corpo de Marta.
O Pe. Fortea faz uma pequena pausa e pede a São Jorge que o ajude. Com o nome de São Jorge, Marta se revolve. Dentre todas as invocações aos anjos e aos santos, a de São Jorge, para este demônio em concreto, é a mais eficaz. Pronunciar seu nome produz um efeito imediato. Com os espasmos e alaridos da menina, sinto lástima por Marta, mas vejo sua mãe, que com gesto sereno, aprova o cerimonial. Porque não é Marta que se retorce, é Zabulón quem o exorcista está martirizando.
-Sabe que o terás que fazer mais cedo ou mais tarde. Eu te ordeno: sai!
-N
ãããoggghhh! -responde Zabulón.
-Muito bem, tu assim o quiseste -responde o Pe. Fortea- vou jogar água benta...
-¡Aggg! -Zabulón se retorce com a idéia de ser salpicado por água benta. O corpo de Marta atira-se com as gotas que caem da água que o exorcista derrama.
Javier e eu continuamos sentados. Ele tem um terço entre suas mãos. De volta, no carro, disse-me que durante as duas horas esteve passando as contas, rezando Ave Marias e jaculatórias, pedindo por Marta... e para que não acontecesse nada conosco.
Permaneço imóvel, tratando de passar despercebido. Acredito que Javier pensa o mesmo. Temos um demônio diante de nossos narizes em plena "exibição” de seu poder, ódio e fúria. Estou assustado. Continuo temeroso. Em um momento, Marta atira um dos terços de sua mãe. Eu o pego e já não o soltarei durante toda a sessão. Durante toda a sessão, apenas em uma ocasião Marta girou um pouco o pescoço e nos olhou de relance, com seus olhos em branco, mas em nenhum momento nos olhou de frente, graças a Deus não o fez nunca.. Parecia como se tivesse uma barreira entre nós e ela. Era uma barreira muito fina, invisível e frágil, mas eu temia que pudesse se romper a qualquer momento. Felizmente, durante as duas horas e meia da sessão não nos olhou de frente.
O exorcismo continua. Em um dado momento, o Pe Fortea sai para descansar, rezando uma parte da liturgia das horas. Não poderia rezar em outro momento?, penso comigo mesmo.
-Em nome de Jesus, beija o crucifixo!
-¡Aggg!, -geme Zabulón.
A mãe de Marta se dirige diretamente ao demônio e lhe diz: "Eu sou apenas uma criatura, mas amo ao Senhor, e em seu nome te digo, beija o crucifixo".
-Não, -diz Zabulón, ameaçando a mãe com as mãos de Marta em forma de garras.
-Não te atrevas a me fazer nada! Para trás!
As mãos de Marta transformadas em garras continuam com seu acosso sobre a mãe:
-Para trás!
Então a mão se transforma em um chifre disposto a arrancar os olhos da sofredora mãe, forçadamente metida a exorcista.
-Disse que não te atrevas a fazer nada a esta criatura de Deus, em nome do arcanjo São Gabriel, de São Jorge e de todos os santos.
O Pe. Fortea cala diante desta intervenção a mãe e continua rezando em silêncio, consciente de que o amor de um mãe, pode ser uma das forças mais poderosas deste mundo. A imprecação da mãe ao demônio continua durante um tempo, que para mim é eterno. Ela lhe ordena que se incorpore. Após várias negativas, finalmente o faz.
Uma vez sentada, a mãe lhe exige que incline sua cabeça diante da estampa da Virgem. Neste momento o pescoço de Marta, em um golpe seco, se estira para trás até limites impensáveis.
-Não -responde o discípulo de Satanás pela boca de Marta.
É impressionante ver o pescoço e a cabeça para trás, em atitude e postura soberbas, teimando em não dobrar a cabeça diante da imagem da Virgem. A mãe, insiste, e Zabulón responde cm o mesmo dom desafiante.
Mas a mãe não se rende. Finalmente, em meio de espasmos e gritos, o pescoço começa a ceder até tocar o peito com o queixo. Um processo duro, que não se faz sem a resistência de Zabulón, que se nega a prestar reverência à Virgem. Entretanto a possessa fechou os olhos para não contemplar a imagem, enquanto inclinava a cabeça. E Maria lhe ordena que os abra. Abre, mas a expressão é espantosa, os olhos estão totalmente brancos, mas mais espantoso é o olhar odioso, dirigida como um dardo à imagem da Virgem Maria.
O exorcista toma a iniciativa. Ordena ao demônio: "Beija o crucifixo": Nãããoooo! Quando a sessão parecia que não avançava, nem para frente nem para trás, Zabulón, mudo, faz com mão o sinal de "querer escrever".
Imediatamente, o Pe. Fortea vai até a sacristia e busca papel e caneta. Não parece encontrá-lo e eu estou a ponto de oferecer minha caneta e meu caderno. Não o faço por medo de me aproximar e por meu apego material à minha caneta de marca. Felizmente, o sacerdote encontra os materiais para a escritura: um bloco grande que mãe coloca em seu colo, e sobre o bloco coloca uma folha. A caneta não funciona e é
substituída por um lápiz. Marta esta agora deitada de barriga para cima, com a cabeça para trás e estira o braço para alcançara folha. Nesta postura é impossível que possa ver sua própria mão escrevendo. A toda velocidade e, é claro, sem olhar o papel, a mão de Marta começa a se deslizar sobre o papel. Se os gritos e a voz rouca fazem sentir a presença de Zabulón, agora, enquanto escreve, dá para senti-lo mais perto. Javier e eu não entendíamos bem o que estava acontecendo. Só ouvíamos as perguntas do exorcista, mas não víamos as respostas escritas. Quando acabou o exorcismo, Fortea entregou as duas folhas Javier, que obram em seu poder. De volta para casa, ambos tratamos de reconstruir a cena. Foi então que Javier me fez notar que as letras não estavam embaralhadas: a escritura era claríssima e os acentos estavam colocados perfeitamente sobre a letra correspondente. Os caracteres eram os próprios da letra impressa, não da escritura manual. O diálogo oral-escrito, no qual o padre Fortea pergunta e Zabulón responde escrevendo através da mão de Marta, diz o seguinte:
-Queria desesperar-lhes porque tinha reforços.
Com essa frase escrita, Zabulón explica o estancamento do exorcismo que havia ocorrido durante a primeira hora.
-Que reforços, quem veio? -pergunta o exorcista.
-Satã -responde Zabulón-, mas já foi embora. E, em seguida, e sem perguntar nada, volta a escrever: "Falta 1 pessoa". E destaca o "1" várias vezes.
-Que pessoa?
Com esta pergunta, a mão solta o lápis e Marta fecha fortemente os lábios. Zabulón não quer responder.
-Dai-me um sinal para que eu saiba quem é -insiste o exorcista, mas os lábios da endemoniada permanecem selados.
Neste ponto já estamos esgotados, haviam passado quase duas horas. Não respiramos durante toda a sessão e mantivemos um estado de tensão e medo como jamais atravessei em minha vida. O exorcista continua tratando de que Zabulón beije o crucifixo, reconheça seu Rei, etc, com pouco sucesso. Então chega um dos momentos para mim mais impactantes. O sacerdote muda de postura e, sem querer, dá um chute em uma vasilha de água benta, que se derrama por toda a capela. Escuto uma risada surda e odiosa do além. Zabulón se regozija do erro do Pe Fortea. Estremeço.
O exorcista não parece dar nenhuma importância. Estou impressionado. Nada lhe importa, nada lhe impressiona. Tudo é normal. Eu estou quase subindo pelas paredes... Então, o sacerdote decide dar a comunhão à possessa. Veste a estola, vai ao Sacrário e se coloca aos pés da endemoniada. Toma uma sagrada forma e a levanta no alto. A endemoniada, estendida no chão, de barriga para cima, muda a expressão de seu rosto, é todo um terror e começa a se arrastar para trás, para afastar-se o mais possível do sacerdote. Rasteja de barriga para cima com os mesmos movimentos de um lagarto. Então, em nome de Cristo, presente na hóstia, o sacerdote ordena que se ajoelhe dizendo-lhe: "Perante o nome de Cristo, todo joelho se dobre". Zabulón-Marta, após uma certa resistência, se ajoelha. Javier e eu, desde que o Sacrário foi aberto, caímos de joelhos e vamos permanecer assim até que volte a introduzir o copão no Sacrário.
-Ao final, deveríamos estar agradecidos, -diz o Pe Fortea-, graças a ti, muitos crerão nos demônios. Percebes como tu também servir a Deus? -Nããoooo! -responde abertamente Zabulón.
-Olha o Rei e Senhor, -ordena o exorcista com a hóstia na mão.
O alarido gutural do demônio se faz mais estrondoso:
-Aggg! Nãããooo!
O Padre Fortea insiste e, após várias tentativas, Zabulón tem que obedecer e abre a boca. A hóstia permanece na língua de Marta, que mantém a boca aberta durante vários minutos. Nega-se a engolir. Enquanto isso, Zabulón emite gritos, e o corpo de Marta convulsiona. Ao terminar tudo, Javier e eu sentimos o mesmo temor de que Zabulón cuspisse a sagrada comunhão. Mas, nesse momento do exorcismo, o demônio, esgotado, já não pode mais que obedecer as ordens do sacerdote. Passados alguns minutos, e após as ordens, tanto do exorcista como da mãe, para que engolisse a forma, a hóstia entr
ou no corpo de Marta.
Então ocorreu a maior das convulsões de toda a sessão. Gritos, alaridos, gemidos, garras, movimentos acelerados do corpo. Vários minutos de máxima tensão. Não sabia onde me enfiar. Só de recordar me dá pânico. O Pe Fortea, permanece impassível. Prossegue o exorcismo pronunciando palavras que não entendo. Não é espanhol, nem latim, o idioma utilizado em várias das exortações da sessão. Ao terminar, pergunto-lhe: "Não posso te dizer agora, mas te direi mais tarde". Não entendo a resposta. Na realidade, não entendo nada... Tampouco o exorcista entende o idioma em que Zabulón fala. O espírito maligno repete com insistência uma expressão estranha. O exorcista acredita que se trata de várias palavras que podem ter algum significado. Mas se trata de uma língua estranhíssima.
Quase ao final da sessão, o sacerdote lembra o que foi escrito no papel: "Falta 1 pessoa". Supõe-se que uma terceira testemunha, e lhe ordena que diga a identidade. Todo esforço inútil, assim que, como "castigo" lhe ordena que beije o sacrário. Marta se incorpora com a ajuda do exorcista e de sua mãe. Caminham e, antes de chegar ao Sacrário, passam diante de uma imagem gótica da Virgem Maria:
-Beija os pés que hão de esmagar tua cabeça –lhe ordena Fortea. E a endemoniada, após emitir uns sons que sugerem asco e repugnância, diante da imagem da Virgem –sons emitidos ao longo do exorcismo antes de beijar as imagens e o crucifixo- beija os pés da imagem. Javier e eu permanecemos em nosso lugar, enquanto a possessa e o exorcista se dirigem ao Sacrário. Após muita insistência, Zabulón pronuncia um nome que para o exorcista é muito claro e que eu, apesar de estar a apenas 5 metros, não escuto com clareza. Ao que parece, trata-se de uma pessoa conhecida que permitiria cumprir o objetivo verbalizado em sessões anteriores: "Que se conscientizem"... da existência dos demônios.
O exorcista se dá por satisfeito com o nome, pois é o nome de uma pessoa que tinha pensado em convidar, vários dias antes de começar a sessão. Embora o demônio continue dentro, decide terminar a sessão. Deita Marta no colchonete e não faz mais nada. Apenas recolhe o "material"; água benta, breviário, Bíblia, crucifixo, terço, etc. De repente, Marta abandona a crise. Recupera seus olhos e seu sorriso tímido. Não se lembra de nada. Apenas tem a sensação de ter saído de um pesadelo, mas não lembra de mais nada.
Não é capaz de explicar nem mesmo com entra em "crise". Pergunto-lhe se é quando uma pessoa está anestesiada para uma operação e me responde que não. Ainda não entendo. Ela sabia que iam "acontecer coisas". Antes da sessão tirou cuidadosamente os brincos e os sapatos. Deitou-se “religiosamente” no colchonete e se submeteu ao "tratamento" do sacerdote.
Mais surpreendente é que Maria se encontre em graça de Deus e vai todo o domingo à celebração eucarística. Como é possível que em uma mesma pessoa habite a graça santificante e o demônio? Ainda não tenho resposta. Não tenho resposta para muitas coisas... Só sei que o que você lê, eu vi com meus olhos descrentes e mórbidos. Para que se conscientizem da existência dos demônios?
Não entendo de psiquiatria nem de teologia. Simplesmente dou testemunho do que vi, e como observador da realidade, certifico que o que aqui está escrito é verdade. Espero que para o bem do leitor, de Marta, de sua mãe e de quantas testemunhas passamos por essa capela. Que assim seja."
Luis Losada. Economista e jornalista
Testemunho ratificado por Javier Paredes, historiador e jornalista, diretor de opinião de Hispanidad.com
Fonte: (ACI digital)
Gentileza Thomas


 
 
 

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